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* O SWEBOK, segundo [1] pode ser considerado uma '''Mapa do Conhecimento''' para a Engenharia de Software, porque ele fornece uma estrutura organizada e universalmente aceita para a disciplina.
* O SWEBOK, segundo [1] pode ser considerado uma '''Mapa do Conhecimento''' para a Engenharia de Software, porque ele fornece uma estrutura organizada e universalmente aceita para a disciplina.
A metáfora com um Mapa, reside no fato de que este, define continentes e países (KAs - Knowledge Areas) e os divide em cidades (tópicos). Serve a diversos propósitos, descritos a seguir:
A metáfora com um Mapa (SWEBOK), reside no fato de que este, define continentes e países (KAs - Knowledge Areas) e os divide em cidades (tópicos). Serve a diversos propósitos, descritos a seguir:
** 1. Provê uma delimitação e estrutura hierárquica já que define as fronteiras da disciplina de Engenharia de Software;
** 1. Provê uma '''delimitação e estrutura hierárquica''' já que define as fronteiras da disciplina de Engenharia de Software:
*** Publica a identificação de Áreas de Conhecimento (KAs), já que divide o conhecimento da Engenharia de Software em um conjunto de áreas principais. São, inicialmente, 15 KAs, e posteriormente, 18, como Requisitos de Software, Projeto de Software, Testes de Software e por aí vai;
*** Publica a identificação de '''Áreas de Conhecimento (KAs)''', já que divide o conhecimento da Engenharia de Software em um conjunto de áreas principais. São, inicialmente, 15 KAs, e posteriormente, 18, como Requisitos de Software, Projeto de Software, Testes de Software e por aí vai;
*** Apresenta uma estrutura detalhada, onde, dentro de cada KA, o conhecimento é hierarquicamente dividido em subáreas e tópicos, permitindo que profissionais e acadêmicos saibam com exatidão sobre os Fundamentos de Computação ou Fundamentos de Engenharia;
*** Apresenta uma estrutura detalhada, onde, dentro de cada KA, o conhecimento é hierarquicamente dividido em subáreas e tópicos, permitindo que profissionais e acadêmicos saibam com exatidão sobre os Fundamentos de Computação ou Fundamentos de Engenharia;
 
** 2. '''Consenso Internacional e Validação''':
2. Consenso Internacional e Validação (O "Corpo" do Conhecimento)
*** Para Bourque e Fairley, a legitimidade do mapa reside no processo de sua criação e o guia não reflete a visão de um único autor, mas sim um consenso global obtido através de um processo rigoroso de revisão e validação com centenas de especialistas da indústria, academia e órgãos governamentais de diversos países;
Para Bourque e Fairley, a legitimidade do mapa reside no processo de sua criação.
*** Padrão ISO/IEC: A subsequente adoção do SWEBOK como o Padrão Internacional ISO/IEC TR 19759 solidificou sua posição como a visão canônica (oficial) do corpo de conhecimento da área, o que é essencial para o reconhecimento profissional;
 
** 3. Profissionalização da Disciplina:
Esforço de Consenso: O guia não reflete a visão de um único autor, mas sim um consenso global obtido através de um processo rigoroso de revisão e validação com centenas de especialistas da indústria, academia e órgãos governamentais de diversos países.
*** O SWEBOK como mapa é dar base para a Engenharia de Software ser tratada como uma profissão madura, como outras engenharias (Civil, Elétrica, etc.), orientando universidades e instituições de ensino a desenvolverem currículos consistentes, garantindo que os futuros engenheiros de software sejam formados com o conjunto de conhecimentos considerado essencial;
 
*** Fundamento para Certificação: Serve como o blueprint para profissionais em sua autoavaliação ou exames de certificação (como o CSDP - Certified Software Development Professional), permitindo que se avalie de forma objetiva se um indivíduo domina o conhecimento essencial da disciplina.
Padrão ISO/IEC: A subsequente adoção do SWEBOK como o Padrão Internacional ISO/IEC TR 19759 solidificou sua posição como a visão canônica (oficial) do corpo de conhecimento da área, o que é essencial para o reconhecimento profissional.
 
3. Profissionalização da Disciplina

Edição das 15h36min de 5 de novembro de 2025

Objetivo


  • Desenvolver um conteúdo que demonstre a importância do SWEBOK como guia para a Engenharia de Software.


Mapa do Conhecimento


  • O SWEBOK, segundo [1] pode ser considerado uma Mapa do Conhecimento para a Engenharia de Software, porque ele fornece uma estrutura organizada e universalmente aceita para a disciplina.

A metáfora com um Mapa (SWEBOK), reside no fato de que este, define continentes e países (KAs - Knowledge Areas) e os divide em cidades (tópicos). Serve a diversos propósitos, descritos a seguir:

    • 1. Provê uma delimitação e estrutura hierárquica já que define as fronteiras da disciplina de Engenharia de Software:
      • Publica a identificação de Áreas de Conhecimento (KAs), já que divide o conhecimento da Engenharia de Software em um conjunto de áreas principais. São, inicialmente, 15 KAs, e posteriormente, 18, como Requisitos de Software, Projeto de Software, Testes de Software e por aí vai;
      • Apresenta uma estrutura detalhada, onde, dentro de cada KA, o conhecimento é hierarquicamente dividido em subáreas e tópicos, permitindo que profissionais e acadêmicos saibam com exatidão sobre os Fundamentos de Computação ou Fundamentos de Engenharia;
    • 2. Consenso Internacional e Validação:
      • Para Bourque e Fairley, a legitimidade do mapa reside no processo de sua criação e o guia não reflete a visão de um único autor, mas sim um consenso global obtido através de um processo rigoroso de revisão e validação com centenas de especialistas da indústria, academia e órgãos governamentais de diversos países;
      • Padrão ISO/IEC: A subsequente adoção do SWEBOK como o Padrão Internacional ISO/IEC TR 19759 solidificou sua posição como a visão canônica (oficial) do corpo de conhecimento da área, o que é essencial para o reconhecimento profissional;
    • 3. Profissionalização da Disciplina:
      • O SWEBOK como mapa é dar base para a Engenharia de Software ser tratada como uma profissão madura, como outras engenharias (Civil, Elétrica, etc.), orientando universidades e instituições de ensino a desenvolverem currículos consistentes, garantindo que os futuros engenheiros de software sejam formados com o conjunto de conhecimentos considerado essencial;
      • Fundamento para Certificação: Serve como o blueprint para profissionais em sua autoavaliação ou exames de certificação (como o CSDP - Certified Software Development Professional), permitindo que se avalie de forma objetiva se um indivíduo domina o conhecimento essencial da disciplina.