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Empresas que atuam na área de telecomunicaçõe se viram forçadas a melhorar suas tecnologias para atender à crescente exigência dos seus clientes que requisitam serviços cada vez mais críticos como videoconferência, Internet, ensino a distância, IPTV etc. Os tradicionais cabos de cobre, com capacidade e velocidade limitadas se mostraram inadequados frente a estas novas demandas. A fibra óptica, com maior velocidade de transmissão e maior largura de banda já que utiliza impulsos de luz em vez de sinais elétricos para transmissão de dados se tornou a opção mais viável e continua a ser por estar sempre em evolução.
 
 
Além das vantagens citadas, temos ainda a imunidade a choques eletromagnéticos e interferências e menor susceptibilidade à degradações do sinal. São vários os benefícios do cabo de fibra óptica em relação ao cabo de cobre e essa adoção revelou três mudanças consideráveis: aumento sensível da capacidade de transmisão, redução do custo de hardware, operações e manutenção e um aperfeiçoamento na qualidade do serviço (KAUR, 2021). O protocolo mais utilizado para o atendimento é o GPON (Gigabit Passive Optical Network) mas como em meio a essa crescente exigência sua limitação de velocidade está se tornando obsoleto e com isso as suas evoluções vão ganhando muita importância.
 
 
Operadores e provedores de serviço investem bastante para atender à crescente malha de clientes B2B (Business To Business) e B2C (Business To Customer). Nesse processo selecionam fornecedores nacionais e estrangeiros na tentativa de adquirir as melhores soluções e equipamentos. Estas aquisições permite que as redes aumentem suas condições de oferecer melhores capacidades e velocidades mas acabam por fazer com que as empresas se desgastem avaliando fornecedores que normalmente forçam negociações onde os produtos e serviços são contratados de forma completa. Nessa situação, os fornecedors entregam o pacote completo de equipamentos, sistemas e serviços alijando do contratante a possibilidade de diversificar sua planta de rede.
 
 
Nesse contexto, surge a interoperabilidade como uma saída para que as empresas tenham mais flexibilidade e facilidades na hora de escolherem seus fornecedores e suas soluções. Como cocnceito, Interoperabilidade é a capacidade de um sistema de se comunicar de forma transparente com outro e condição para ser considerado interoperável é que ele opere com padrões abertos. Interoperação ou integração entre diferentes tecnologias já é prevista em normas, porém, empresas se aproveitam de algumas aberturas nos padrões para criar suas dependências. Como exemplo, podemos citar o padrão G. 987 que define os conceitos elementares do xGPON e antecipa a coexistência de xG-PON1, desenvolvida pelo ITU-T e definida pela norma G.987 regulamentada em 2009. Analogamente possui a característica de possuir interoperabilidade com o GPON e assim, permite que os usuários migrem para essa tecnologia, aproveitando infra-estrutura  existente, preservando os investimentos realizados. Este trabalho pretende ... depois que vc definir justificativa, Objetivo Geral e Objetivos Específicos complementarei este parágrafo.
 
 
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= Pesquisadores  =
= Pesquisadores  =

Edição das 16h15min de 6 de maio de 2022

Introdução


Empresas que atuam na área de telecomunicaçõe se viram forçadas a melhorar suas tecnologias para atender à crescente exigência dos seus clientes que requisitam serviços cada vez mais críticos como videoconferência, Internet, ensino a distância, IPTV etc. Os tradicionais cabos de cobre, com capacidade e velocidade limitadas se mostraram inadequados frente a estas novas demandas. A fibra óptica, com maior velocidade de transmissão e maior largura de banda já que utiliza impulsos de luz em vez de sinais elétricos para transmissão de dados se tornou a opção mais viável e continua a ser por estar sempre em evolução.


Além das vantagens citadas, temos ainda a imunidade a choques eletromagnéticos e interferências e menor susceptibilidade à degradações do sinal. São vários os benefícios do cabo de fibra óptica em relação ao cabo de cobre e essa adoção revelou três mudanças consideráveis: aumento sensível da capacidade de transmisão, redução do custo de hardware, operações e manutenção e um aperfeiçoamento na qualidade do serviço (KAUR, 2021). O protocolo mais utilizado para o atendimento é o GPON (Gigabit Passive Optical Network) mas como em meio a essa crescente exigência sua limitação de velocidade está se tornando obsoleto e com isso as suas evoluções vão ganhando muita importância.


Operadores e provedores de serviço investem bastante para atender à crescente malha de clientes B2B (Business To Business) e B2C (Business To Customer). Nesse processo selecionam fornecedores nacionais e estrangeiros na tentativa de adquirir as melhores soluções e equipamentos. Estas aquisições permite que as redes aumentem suas condições de oferecer melhores capacidades e velocidades mas acabam por fazer com que as empresas se desgastem avaliando fornecedores que normalmente forçam negociações onde os produtos e serviços são contratados de forma completa. Nessa situação, os fornecedors entregam o pacote completo de equipamentos, sistemas e serviços alijando do contratante a possibilidade de diversificar sua planta de rede.


Nesse contexto, surge a interoperabilidade como uma saída para que as empresas tenham mais flexibilidade e facilidades na hora de escolherem seus fornecedores e suas soluções. Como cocnceito, Interoperabilidade é a capacidade de um sistema de se comunicar de forma transparente com outro e condição para ser considerado interoperável é que ele opere com padrões abertos. Interoperação ou integração entre diferentes tecnologias já é prevista em normas, porém, empresas se aproveitam de algumas aberturas nos padrões para criar suas dependências. Como exemplo, podemos citar o padrão G. 987 que define os conceitos elementares do xGPON e antecipa a coexistência de xG-PON1, desenvolvida pelo ITU-T e definida pela norma G.987 regulamentada em 2009. Analogamente possui a característica de possuir interoperabilidade com o GPON e assim, permite que os usuários migrem para essa tecnologia, aproveitando infra-estrutura existente, preservando os investimentos realizados. Este trabalho pretende ... depois que vc definir justificativa, Objetivo Geral e Objetivos Específicos complementarei este parágrafo.


= Cronograma Macro  =


Pesquisadores

  • Luan Samuel Lopes Mendes
  • Willian Santos Silva