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Fim de Abril de 1955
Fim de Abril de 1955
namoraram 3 amos
casaram em 1959


== Chácara ? ==
== Chácara ? ==

Edição das 01h36min de 2 de fevereiro de 2017

Reuniões


  • 25/01/2017:
    • Agradecimentos
    • Agenda dos irmãos
    • Custos
    • Remédios
    • Viagens
      • Romaria - MG: Ok
      • Trindade - GO:
      • Aparecidae - SP:
      • Rio Preto - SP:
      • Araxá - MG:
      • ??


Idéia


  • Escrever memórias sobre a vida do Tião e da Jacy, em 36 capítulos, por todos os irmãos.
  • Como presente daremos um livro com a dedicatória de cada um, no 57o. aniversário de casamento no dia 12/12/2016.


Premissas


  • Não comentar nada com nossos pais sobre o livro
  • Todas as definições serão em conjunto


Dicas de Produção de Texto


1) Produzindo uma narração:

Narrar é o ato de contar uma história. É relatar um fato que aconteceu (ou não). Para contar uma história, precisamos de alguns elementos na narrativa que contribuem para que o leitor entenda o ocorrido.

  • Personagem: "Nós fazemos nossa própria história" - para uma história acontecer, é preciso que alguém a construa. E esse alguém é o personagem da narrativa. É quem participa do fato ocorrido. Pode haver o Personagem Principal, caracterizado como protagonista e aquele que se opõe a ele, o antagonista, o restante dos participantes da história são os Personagens Secundários.
  • Tempo: A narração é sempre marcada pela temporalidade. Quando ela aconteceu? Século passado; há um ano atrás, ontem, há pouco menos de 5 minutos; pela manhã; à noite, num dia de sol, num dia chuvoso...etc. O tempo pode se dividir em cronológico, em que o leitor sabe que a ordem dos fatos ocorre numa determinada hora ou numa sequência cronológica/sequencial, e o tempo psicológico, que está ligado às emoções, aos sentimentos, assim uma lembrança pode parecer que dura por horas e horas.
  • Espaço: Se a história é feita por alguém, num determinado período de tempo, temos que saber onde ela ocorre. Muitas vezes o espaço é de grande importância para a narrativa. Podemos defini-lo de forma abrangente, por exemplo, No Brasil, Na América do Sul, ou de uma forma mais específica, Uberlândia, Araxá ou ainda na Avenida Rondon Pacheco, no Salão Modelo, embaixo da mangueira, etc. É necessário que o espaço esteja claro no momento da narração, para que o leitor não se sinta 'perdido' quando a história muda de um lugar para o outro.
  • Narrador: Toda narração é feita por alguém, que conta a história de fulano para uma outra pessoa ler/ouvir. O narrador então é quem conta a história. O ponto de vista do narrador tem grande influência para o decorrer dos fatos, pois a história será contada de acordo com o que ele viu, presenciou, ficou sabendo, lembra, com os 'olhos do narrador'. Existem 3 tipos de narrador, são eles: Narrador Personagem, em primeira pessoa (eu/nós), Narrador Observador, em terceira pessoa (ele/ela) e Narrador Onisciente.
  • Enredo: É o conjunto de acontecimentos que desencadeia as ações da narrativa. Toda a história vivida pelos personagens forma o enredo e o foco principal do enredo é prender a atenção do leitor, por meio de um clima de tensão/clímax que se organiza em torno dos fatos. Como contar a história é a forma de organizar o enredo. É dividido em Começo, Meio e Fim, ou ainda, Introdução, Complicação, Clímax, ou Conclusão/Desfecho.


Escritores


  • Luiz Cláudio Theodoro
  • Lúcia Helena Teodoro
  • Luciene Theodoro
  • Luciano Theodoro
  • Lucineide Teodoro
  • Lucimar Teodoro


Dinâmica


  • Conversar com nossos pais e parentes para relembrar episódios que marcaram a vida dos dois
  • Não deixar com que saibam, seriam conversas descontraídas indagando sobre a vida passada
  • Em regime de colaboração, todos os irmãos editarão o mesmo documento
  • Criar uma nota de introdução em cada capítulo das pessoas que efetivamente contribuíram naquele momento
  • Todas as decisões necessárias serão decididas em conjunto pela maioria de votos. Exemplo: Se tivermos mais que 36 capítulos, votaremos para que fique apenas 36.


Cronograma


  • 1a. Reunião:
    • 28/10/2013
    • 20 hs
    • Local: Lúcia


  • 2a. Reunião:
    • 8/03/2014
    • 20 hs
    • Local: Luciene


  • Revisao: Dia 20
  • Definição da Capa: Jan/2016 - ?
  • Impressao: 30/10/2016
  • Entrega: 12/12/2016


Dúvidas


  • Quando será a entrega do 1o. capítulo?
  • Quem pesquisará por fotos de antigamente na Prefeitura ou UFU?
  • Quais pessoas irão fazer as introduções de cada capítulo?
  • Quem irá diagramar todo o texto?
  • Quem irá desenhar a capa?
  • Quem verificará o valor de impressão na fase final?


Colaboradores


  • Ana Cláudia Nascimento Theodoro


Capítulos


O primeiro encontro


Fim de Abril de 1955 namoraram 3 amos casaram em 1959

Chácara ?


  • [Luiz Claudio]
    • Olívia, nascida em Uberaba, se casa com Jose Antônio, vindo de Santa Juliana. A cerimônia acontece em Uberaba mesmo e logo depois se mudam para Uberlândia para trabalhar numa fazenda próxima a Sucupira. Nessa fazenda. Zé Antônio começa a cortar o cabelo dos colegas e vai se aperfeiçoando gradativamente. Posteriormente, recebe convite para tomar conta da chácara do Sr. Florestan, acima do Carrefour de hoje.
    • Nessa chácara nasce Sebastião, em 1935, o ?? filho de um total de 15. Cresce e tem uma infância feliz com aventuras no matagal que existia próximo a chácara, nados no "Poço" perto do atual cruzamento da avenida João Naves com Rondon Pacheco. Seu pai, com sua nova habilidade, aluga uma casa e inaugura uma barbearia deixando a chácara para ser cuidade pelos filhos. Logo, logo passa a ser conhecido como Ze Barbeiro.
    • Sebastiao, tambem assume responsabilidades e passa a ser responsável por levar o almoço para o pai e atravessa toda a região, que na [epoca, era desprovida de casas e se utiliza de um trieiro para chegar até a atual avenida Rio Branco passando pela Erlan, uma antiga fábrica de balas.
    • Uma nota triste é do Zezinho. Zé Barbeiro, resolveu montar uma salão em Paranaiguara, para onde afloraram vários garimpeiros buscando as riquezas da região. Empolgado, intimou o Zezinho, então com 15 anos, a se mudar com ele para esta cidade e trabalhar como barbeiros, aproveitando o dinheiro que começava a correr por lá. O Zezinho chorou muito e suplicou para que não fosse mas como filho obedecia cegamente os pais nessa época acabou acompanhando o pai. Chegando lá, em pouco tempo, pegou uma febre amarela e com poucos recursos assistenciais, acabou sucumbindo e faleceu. Zé Barbeiro, desesperou e voltou para UBerlândia deixando tudo para trás e ficou fortemente abalado. Sabe-se que a maior dificuldade foi contar para a Vó Olívia sobre o acontecido.


Onde primeiro se avista o sol


Rua onde Mamãe morou


Salão Modelo


  • [Luiz Cláudio]
    • O Tio Totonho, era sem dúvida, uma figura ímpar. Tenho 3 imagens fortes dele:
    • 1a. Tirando soneca no famoso banco de madeira quando não tinha cliente. Ele deitava a cabeça, abria aquele bocarrão e ficava por um longo tempo. Vários passavam e brincavam com ele e pasmem, nunca se enervou com as brincadeiras.
    • 2a. Quando meu pai e meu tio jogavam futebol juntos volta e meia se desentendiam. Batiam boca, gritavam um com o outro, sem xingamentos e quase saiam nos tapas. Eu ficava supreso quando no outro dia, no início do trabalho juntos, eles se portavam como se nada tivesse acontecido, na maior paz e assim foi por muito e muitos anos, amém.
    • 3a. Meu tio foi um dos grandes responsáveis por termos passado sem muito muitos apertos, o problema que levou meu pai a ficar sem trabalhar por um longo tempo.Apoiou-nos com toda assistência, ajudando minha mãe e nossas despesas. Sem esse apoio teria sido muito díficil esse momento.
  • [Lúcia]
    • Tio Totonho chgando na porta da casa da Vó Olivia e assoviando para chamar os filhos (os meninos vinham correndo). O salão era na frente da casa da Vó Olivia e tinha uma porta de correr (era igual de bar americano - filme de cowboy)


Avenida Rio Branco 301


  • [Luiz Cláudio]
    • Andando de velocípede em pleno passeio
    • Jogando bola a noite em plena rua com os vizinhos
    • Brincando de queimada com os amigos
    • Indo para a escola (Anchieta, Museu, Bueno Brandão) a pé e feliz da vida
  • [Lúcia]
    • Muro baixo com portãozinho de ferro (lembro de sentada em cima do muro olhando o Vô Barbeiro na cadeira, já doente). Carimbadas na rua (éramos crianças um pouco para adolescentes) não havia movimento na rua e aproveitávamos. Era um verdadeiro cortiço, moravamos todos lá: Vó Olivia e o salão na casa da frente, depois: casa da Tia Maria, Tio Isaías, Maisa, Ismar e Ismair, ao lado a nossa casa: Papai, Mamãe, Luiz Claudio, eu, Luciene e Luciano, após tinha uma escada e três jabuticabeiras (que meu avô colocava arame farpado para não subirmos enquanto estava com flores, só depois das frutas maduras, podíamos subir e apanhar (primeiro enchiamos os baldes para ser distribuido para os mais velhos e depois nos esbaldamos chupando as frutas no pé), e lá em cima morava Tio Totonho, Tia Aparecida, Marlene, Carlinhos, Augusto, André, Kátia, Bete e Solange e na outra casa primeiro a Tia Nelcina, Marli, Roberto e Diarone e depois nesta mesma casa a Tia Negrinha e o Tio Torquato.
    • Os banhos na banheira da casa da Vó Olivia, primeiro as meninas e depois os meninos (escorregavamos, era muito legal). O natal, a chegada do tios de fora (Tio Mário, Tia Marivone, Marlon, Michel e Mateus de Ribeirão Preto, Tia Nelcina de São Paulo e Tia Ovídia,Tio Geraldo, Tia Matilde, Andréa e Tio Orlando do Rio de Janeiro, missa do galo que minha avó via na TV todos os anos e a ceia preparada pela Vó Olivia, Mamãe e Tias.
    • Copa do mundo de 1970, Tv preto e branco na mesa da sala da nossa casa e todos sentados no chão. Não podíamos entrar no salão quando tinha freguês, só chegavámos até a porta de correr (sala da Vó Olivia) para falar com papai. Armazém do Miguel (depois da Dona Sebastiana) na esquina com Machado de Assis.


Vólivia e Zé Barbeiro


  • [Lúcia]
    • Vólivia - Olivia Sebastiana, nascida em 12 de setembro de 1900 e faleceu na copa do mundo de 1986. Lembro de ficar na casa dela, quando ela já morava sozinha e saíamos para visitas íamos de ônibus. ela usava uma bengala pois tinha problemas nas pernas.
    • Vô Barbeiro - Mamãe conta que quando nasci ele falou: olha o moranguinho do vovô, pois eu era muito branquinha e rosto vermelhinho.


  • [Luiz Cláudio]
    • Vô Barbeiro - Gostava muito de pescar. Frequentemente ia com os amigos para a atual Sucupira. Pegava sua bicicleta, sua tralha e se punha a caminho da represa. Insistia sempre com o Bastião para ir também mas este sempre aproveitava para jogar futebol e normalmente deixava o pai ir sozinho. Quem gostava mesmo era o Tio Totonho, lembro dele pescando râ e aprendi a gostar desse delicioso petisco. Tem uma história que uma vez, Zé Barbeiro queria ir pescar e ninguém pode ir. Resolveu ir sozinho e depois de um tempo retornou para casa. Chegando lá não cumprimentou o Tião e foi guardar o equipamento. Com a cara preocupada, não quis falar com ninguém mais sabiam que alguma coisa tinha acontecido. Depois de um tempo, conversando com um amigo, este revelou que o Zé Barbeiro tinha passado um mau momento na beira da represa com uma sucuri mas não deu detalhes. Depois desta, nunca mais voltou a pescar.


Madrinha


  • [Luiz Cláudio]
    • Adorava brincar com ela, fazendo cócegas. Cada vez que eu cutucava suas costelas ela me xingava de uma forma tão carinhosa que me motivava a tentar de novo.
    • A imagem que tenho dela é sentada perto do fogão a lenha, se aquecendo, sempre tranquila e receptiva para saber como tinha sido o dia.
  • [Lúcia]
    • Dormíamos no mesmo quarto (eu, ela e a Luciene) e ela guardava dinheiro no bolso do paletó. Lembro dela já sem visão e tendo que comer tudo batido no liquidador porque tinha problemas de estômago. Cabelos branquinhos,compridos e lisos, fazia um coque de uma forma tão natural e prendia com grampo.
    • Era de estatura pequena. Mamãe diz que ela casou muito cedo, aos 13 anos e foi morar na roça e o marido (Luiz) que era chamado de padrinho saía para trabalhar e ela ficava brincando de boneca. Na hora de fazer tinha que subir em um banco para alcançar as panelas no fogão ä lenha, cozinha para vários peões. Vida dura.


Lúcia

Maria Barbara Vasconcelos - Madrinha - nascida em 24 de março de 1897 - Era verdadeiramente a mãe da Jaci e do José (mamãe me contou no sábado 23/11/2013 dois acontecimentos que me deixaram abalada, um em especial): mamãe nasceu muito doente devido á doenças que seu pai tinha passado para sua mãe (doenças venéreas - sifilis)doenças essas que ele pegou nas noites de orgia e jogatina, devido á sua vida desregrada a vó Leontina se separou dele. Após a separação ela pegou os dois filhos (Jaci e José) levou para a casa da Madrinha e do Bisavó Luiz e deu as crianças para eles (eles se mudaram de Araxá para Uberlândia na época) mamãe acha que tinha 7 anos e tio José Mota 03 anos, ela não sabe dizer o porquê de sua mãe ter dado eles para os avós e nem o que ela ficou fazendo em Araxá, após dois anos morando com a Madrinha sua mãe voltou para junto deles já muito doente e veio a falecer logo. A madrinha contou para a mamãe que pelo menos uma coisa boa seu pai tinha feito, ele pagou médico e remédios para que ela ficasse boa, quando do seu nascimento. Outro acontecimento, foi quando a Madrinha estava muito doente com problemas no estômago (câncer, que na época não era muito conhecido) o médico disse que ela teria poucos meses de vida. e teve uma crise com dores muito forte, ficava só na cama enrolado feito um "bodoque" (palavra da mamãe) não conseguia se alimentar e gemia muito, a mamãe desesperada ajoelhou no pé da cama e começou a rezar, pediu a Nossa Senhora da Abadia que tirasse o mal da Madrinha e que ela iria na Água Suja a pé, nos pés de Nossa Senhora. No mesmo instante a Madrinha se acalmou, parou de gemer e pediu para ir ao banheiro, mamãe quiz ir com ela e ela disse que iria sózinha, quando voltou a Madrinha já estava boa sem dores e a partir dai ela só melhorou, voltou a comer normalmente e só faleceu 13 anos depois (junho de 1981). Um dia bem após esse epsódio a Madrinha contou para a mamãe que no banheiro naquele dia, ela vomitou um bolo de sangue (mamãe acredita que era o tumor). Por isso que mamãe é devota de Nossa Senhora da Abadia, inclusive nos entegou a ela e fez a promessa de irmos a Romaria a pé quando completássemos os estudos (colegial).

A familia Pereira Guimarães


  • [Luiz Cláudio]
    • A Ipabrac, na época comandada pelo saudoso Mauro e pelo Cláudio foi muito importante pra mim pois foi meu primeiro emprego. Graças a minha mãe, seu Tandico me convidou para trabalhar como vendedor de balcão. Foi uma boa experiência e eu como adorava matemática, me dei bem fazendo cálculos rápidos e surpreendendo clientes e colegas, tanto que depois comecei a dar aulas para o Zé. Este era um veterano na empresa, muito arrogante e por ser mais velho sempre queria que as coisas fossem feitas do jeito dele e nem sempre eu concoradava. O que meus pais não sabem é que briguei muitas e muitas vezes com ele no meio das estantes de parafusos. Era chute e soco em pleno horário comercial quando eu não aceitava alguns de suas determinações. Um detalhe: nunca falei disso para a Gerência pois certamente ele seria mandado embora já que suas ordens eram absurdas.


A familia Theodoro


A familia Vasconcelos Mota


Casamento


  • [Luciano]
    • No casamento de meus pais, minha mãe como não tinha condições de usar uma joia no dia do casamento, sua patroa Dona Célia lhe emprestou um colar de pérolas que foi de sua avó, minha mãe ficou muito agradecida com o empréstimo, pois era uma joia muito cara e minha mãe nunca tinha usado algo tão valioso.
  • [Luiz Cláudio]
    • No período de namoro, nossos pais saiam de uma festa na Av João Pinheiro e quando desciam a Machado de Assis, pouco antes de virar a Rio Branco, uma mulher chegou na frente do meu pai e começou a xingá-lo. Algo do tipo, você estava me deixou e agora resolver namorar outra?. Era uma antiga namorada chamada Lurdinha que não se conformava de ter sido deixada e ficava no pé do Tião. Como era cunhada de um amigo chamado Lourival, este foi chamada para tentar convencer a moça a parar com o assédio. Esse Tião era famoso.
  • [Lúcia]
    • O casamento foi na Catedral de Santa Terezinha, a Valéria não quiz largar a Mamãe e entrou com ela. A festa foi na casa da Rondon (na época era mais acima) debaixo da mangueira, fizeram uma tenda e teve música, dança e bebida a noite toda, se não me engano choveu (dizem que foi uma festa inesquecível) com toda a sua simplicidade.


Luiz Cláudio


Lúcia Helena


Luciene


Luciano


Lucineide


Lucimar


Avenida Rondon Pacheco 3424


O Matagal


A Cerâmica


O Futebol


A vértebra quebrada


A Mangueira


A cisterna


Festa Junina


Carnaval na Icasu


Odilon Guarato


Vizinhança


Bodas de Ouro


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Rua Tamoios 73


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Responsáveis


  1. Lucia
  2. Luciene
  3. Luciano
  4. Lucineide
  5. Lucimar
  6. Luiz Cláudio
  7. Lucia
  8. Luciene
  9. Luciano
  10. Lucineide
  11. Lucimar
  12. Luiz Cláudio
  13. Lucia
  14. Luciene
  15. Luciano
  16. Lucineide
  17. Lucimar
  18. Luiz Cláudio
  19. Lucia
  20. Luciene
  21. Luciano
  22. Lucineide
  23. Lucimar
  24. Luiz Cláudio
  25. Lucia
  26. Luciene
  27. Luciano
  28. Lucineide
  29. Lucimar
  30. Luiz Cláudio
  31. Lucia
  32. Luciene
  33. Luciano
  34. Lucineide
  35. Lucimar
  36. Luiz Cláudio