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A interoperabilidade entre equipamentos GPON é perseguida já a algum tempo. Vários trabalhos foram e são publicados de forma que se possa divulgar questões relativas às interoperações entre equipamentos do mesmo ou de fornecedores diferentes. Podemos atestar isso pelo trabalho de [01] onde descreve que esses desafios estavam se tornando realidade já a algum tempo. Inclusive, um programa de certificação foi proposto e lançado durante o ITU-T Telecom World em Outubro de 2011 pela Broadband Forum em coordenação com ITU-T e FSAN. | A interoperabilidade entre equipamentos GPON é perseguida já a algum tempo. Vários trabalhos foram e são publicados de forma que se possa divulgar questões relativas às interoperações entre equipamentos do mesmo ou de fornecedores diferentes. Podemos atestar isso pelo trabalho de [01] onde descreve que esses desafios estavam se tornando realidade já a algum tempo. Inclusive, um programa de certificação foi proposto e lançado durante o ITU-T Telecom World em Outubro de 2011 pela Broadband Forum em coordenação com ITU-T e FSAN. | ||
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Um trabalho [02] que colaborou para o entendimento do que é interoperabilidade foi publicada pelo Laboratório de Interoperabilidade da Universidade de New Hampshire (UNH-IOL) que testa redes e produtos de comunicação de dados. A universidade estabeleceu o laboratório em 1988 com a dupla missão de fornecer um ambiente neutro para promover a interoperabilidade de vários fornecedores e a conformidade com os dados padrões de rede de comunicações enquanto educa os alunos para um futuro emprego na indústria, e, desde então, o laboratório se tornou um dos principais campos de testes independentes da indústria para novas tecnologias. Este conjunto de testes de interoperabilidade foi desenvolvido para ajudar os implementadores a verificar a camada física básica de conectividade entre seus dispositivos e vários parceiros de link compatíveis em diferentes modos de operação com uma variedade de configurações comuns de camada física. Este conjunto de testes foi projetado para descobrir potenciais problemas de interoperabilidade no início do processo de desenvolvimento e ajudaram a focar a atenção em problemas que podia exigir mais investigação e testes de conformidade. A conclusão bem-sucedida de todos os testes neste conjunto não garante que o dispositivo em teste fosse compatível com a especificação apropriada ou que iria interoperar em todos os ambientes ou cenários. No entanto, a conclusão bem-sucedida desses testes forneceu um nível razoável de confiança de que o dispositivo em teste funcionaria bem na maioria dos ambientes de vários fornecedores. Atualmente, este laboratório fornece serviços de teste e programas de certificação para várias tecnologias como, por exemplo, área automotiva, banda larga, Ethernet, computação de alta performance, Internet das coisas, redes IP, área móvel e sem fio, etc. | Um trabalho [02] que colaborou para o entendimento do que é interoperabilidade foi publicada pelo Laboratório de Interoperabilidade da Universidade de New Hampshire (UNH-IOL) que testa redes e produtos de comunicação de dados. A universidade estabeleceu o laboratório em 1988 com a dupla missão de fornecer um ambiente neutro para promover a interoperabilidade de vários fornecedores e a conformidade com os dados padrões de rede de comunicações enquanto educa os alunos para um futuro emprego na indústria, e, desde então, o laboratório se tornou um dos principais campos de testes independentes da indústria para novas tecnologias. Este conjunto de testes de interoperabilidade foi desenvolvido para ajudar os implementadores a verificar a camada física básica de conectividade entre seus dispositivos e vários parceiros de link compatíveis em diferentes modos de operação com uma variedade de configurações comuns de camada física. Este conjunto de testes foi projetado para descobrir potenciais problemas de interoperabilidade no início do processo de desenvolvimento e ajudaram a focar a atenção em problemas que podia exigir mais investigação e testes de conformidade. A conclusão bem-sucedida de todos os testes neste conjunto não garante que o dispositivo em teste fosse compatível com a especificação apropriada ou que iria interoperar em todos os ambientes ou cenários. No entanto, a conclusão bem-sucedida desses testes forneceu um nível razoável de confiança de que o dispositivo em teste funcionaria bem na maioria dos ambientes de vários fornecedores. Atualmente, este laboratório fornece serviços de teste e programas de certificação para várias tecnologias como, por exemplo, área automotiva, banda larga, Ethernet, computação de alta performance, Internet das coisas, redes IP, área móvel e sem fio, etc. | ||
Edição das 01h20min de 19 de maio de 2022
Resumo
Empresas que atuam na área de telecomunicaçõe se viram forçadas a melhorar suas tecnologias para atender à crescente exigência dos seus clientes que requisitam serviços cada vez mais críticos como videoconferência, Internet, ensino a distância, IPTV etc. Os tradicionais cabos de cobre, com capacidade e velocidade limitadas se mostraram inadequados frente a estas novas demandas. A fibra óptica, com maior velocidade de transmissão e maior largura de banda já que utiliza impulsos de luz em vez de sinais elétricos para transmissão de dados se tornou a opção mais viável e continua a ser por estar sempre em evolução.
Além das vantagens citadas, temos ainda a imunidade a choques eletromagnéticos e interferências e menor susceptibilidade à degradações do sinal. São vários os benefícios do cabo de fibra óptica em relação ao cabo de cobre e essa adoção revelou três mudanças consideráveis: aumento sensível da capacidade de transmisão, redução do custo de hardware, operações e manutenção e um aperfeiçoamento na qualidade do serviço (KAUR, 2021). O protocolo mais utilizado para o atendimento é o GPON (Gigabit Passive Optical Network) mas como em meio a essa crescente exigência sua limitação de velocidade está se tornando obsoleto e com isso as suas evoluções vão ganhando muita importância.
Operadores e provedores de serviço investem bastante para atender à crescente malha de clientes B2B (Business To Business) e B2C (Business To Customer). Nesse processo selecionam fornecedores nacionais e estrangeiros na tentativa de adquirir as melhores soluções e equipamentos. Estas aquisições permite que as redes aumentem suas condições de oferecer melhores capacidades e velocidades mas acabam por fazer com que as empresas se desgastem avaliando fornecedores que normalmente forçam negociações onde os produtos e serviços são contratados de forma completa. Nessa situação, os fornecedors entregam o pacote completo de equipamentos, sistemas e serviços alijando do contratante a possibilidade de diversificar sua planta de rede.
Nesse contexto, surge a interoperabilidade como uma saída para que as empresas tenham mais flexibilidade e facilidades na hora de escolherem seus fornecedores e suas soluções. Como cocnceito, Interoperabilidade é a capacidade de um sistema de se comunicar de forma transparente com outro e condição para ser considerado interoperável é que ele opere com padrões abertos. Interoperação ou integração entre diferentes tecnologias já é prevista em normas, porém, empresas se aproveitam de algumas aberturas nos padrões para criar suas dependências. Como exemplo, podemos citar o padrão G. 987 que define os conceitos elementares do xGPON e antecipa a coexistência de xG-PON1, desenvolvida pelo ITU-T e definida pela norma G.987 regulamentada em 2009. Analogamente possui a característica de possuir interoperabilidade com o GPON e assim, permite que os usuários migrem para essa tecnologia, aproveitando infra-estrutura existente, preservando os investimentos realizados. Este trabalho pretende ... depois que vc definir justificativa, Objetivo Geral e Objetivos Específicos complementarei este parágrafo.
Palavras-Chave
- Interoperabilidade, GPON, Comunicação banda larga, unidades de rede ópticas, padrões, redes ópticas passivas
Abstract
Keywords
- Interoperability, GPON, Broadband communication, Optical network units, Standards, Passive optical networks
Introdução
Objetivos
Justificativa
Metodologia
Trabalhos Relacionados
A interoperabilidade entre equipamentos GPON é perseguida já a algum tempo. Vários trabalhos foram e são publicados de forma que se possa divulgar questões relativas às interoperações entre equipamentos do mesmo ou de fornecedores diferentes. Podemos atestar isso pelo trabalho de [01] onde descreve que esses desafios estavam se tornando realidade já a algum tempo. Inclusive, um programa de certificação foi proposto e lançado durante o ITU-T Telecom World em Outubro de 2011 pela Broadband Forum em coordenação com ITU-T e FSAN.
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Um trabalho [02] que colaborou para o entendimento do que é interoperabilidade foi publicada pelo Laboratório de Interoperabilidade da Universidade de New Hampshire (UNH-IOL) que testa redes e produtos de comunicação de dados. A universidade estabeleceu o laboratório em 1988 com a dupla missão de fornecer um ambiente neutro para promover a interoperabilidade de vários fornecedores e a conformidade com os dados padrões de rede de comunicações enquanto educa os alunos para um futuro emprego na indústria, e, desde então, o laboratório se tornou um dos principais campos de testes independentes da indústria para novas tecnologias. Este conjunto de testes de interoperabilidade foi desenvolvido para ajudar os implementadores a verificar a camada física básica de conectividade entre seus dispositivos e vários parceiros de link compatíveis em diferentes modos de operação com uma variedade de configurações comuns de camada física. Este conjunto de testes foi projetado para descobrir potenciais problemas de interoperabilidade no início do processo de desenvolvimento e ajudaram a focar a atenção em problemas que podia exigir mais investigação e testes de conformidade. A conclusão bem-sucedida de todos os testes neste conjunto não garante que o dispositivo em teste fosse compatível com a especificação apropriada ou que iria interoperar em todos os ambientes ou cenários. No entanto, a conclusão bem-sucedida desses testes forneceu um nível razoável de confiança de que o dispositivo em teste funcionaria bem na maioria dos ambientes de vários fornecedores. Atualmente, este laboratório fornece serviços de teste e programas de certificação para várias tecnologias como, por exemplo, área automotiva, banda larga, Ethernet, computação de alta performance, Internet das coisas, redes IP, área móvel e sem fio, etc.
Desenvolvimento
Resultados
Conclusao
Trabalhos Futuros
Referências
01. @inproceedings{coat2012g,
title={G-PON interoperability since 2006 until today},
author={Coat, R{\'e}gis},
booktitle={OFC/NFOEC},
pages={1--2},
year={2012},
organization={IEEE}
}
02. @article{onu2010gpon,
title={GPON Consortium},
author={ONU, Dual-mode},
year={2010}
}
Cronograma Macro
Este cronograma é antigo
- Fev/2022: Leitura e estruturação do trabalho de conclusão de curso
- Mar/2022: Desenvolvimento da pesquisa
- Abr/2022: Desenvolvimento da pesquisa
- Mai/2022: Introdução, referência bibliogŕaficas e objetivos
- Jun/2022: Trabalhos correlatos e funcionamento
- Jul/2022: Funcionamento, Resultados e Trabalhos futuros
Avaliar esse cronograma
- 30/06 - [LC] 01 Resumo
18/05 - [LC] 02 Palavras-Chave- 30/06 - [LC] 03 Abstract
18/05 - [LC] 04 Keywords- 25/05 - [LC] 05 Introdução
- 20/05 - [LS] 06 Objetivos
- 23/05 - [LS] 07 Justificativa
- 15/06 - [LC] 08 Metodologia
- 08/06 - [LC] 09 Trabalhos Relacionados
- 17/06 - [LS] 10 Desenvolvimento
- 22/06 - [LS] 11 Resultados
- 24/06 - [LS] 12 Conclusao
- 26/06 - [LS] 13 Trabalhos Futuros
- 28/06 - [LC] 14 Referências
18/05 - [LC] 15 Cronograma Macro18/05 - [LC] 16 Pesquisadores
Pesquisadores
- Luan Samuel Lopes Mendes
- Willian Santos Silva
- Luiz Cláudio Theodoro
- Flávio Oliveira Silva