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<div style="text-indent:40px;text-align:justify">Descrito em 1991 por Stuart Haber e W. Scott Stornetta, com o intuito de criar um sistema de registro onde os dados não poderiam ser violados ou modificados, que contivesse data e hora, tendo sua performance melhorada no ano seguinte por Bayer, Haber e Stornetta ao ter uma árvore de Merkle incorporada. Mas foi apenas em 2008, com a publicação do artigo “Bitcoin: A Peer-to-Peer Electronic Cash System” do Satoshi Nakamoto, que surgiu a blockchain como é conhecida atualmente, intrinsecamente ligada a criptomoeda bitcoin. </div> | <div style="text-indent:40px;text-align:justify">Descrito em 1991 por Stuart Haber e W. Scott Stornetta, com o intuito de criar um sistema de registro onde os dados não poderiam ser violados ou modificados, que contivesse data e hora, tendo sua performance melhorada no ano seguinte por Bayer, Haber e Stornetta ao ter uma árvore de Merkle incorporada. Mas foi apenas em 2008, com a publicação do artigo “Bitcoin: A Peer-to-Peer Electronic Cash System” do Satoshi Nakamoto, que surgiu a blockchain como é conhecida atualmente, intrinsecamente ligada a criptomoeda bitcoin. </div> | ||
<div style="text-indent:40px;text-align:justify">A partir disso vários estudos para melhorá-la | <div style="text-indent:40px;text-align:justify">A partir disso, vários estudos para melhorá-la surgiram, como a blockchain 2.0, que altera o projeto de banco de dados distribuídos contida nela, assim como, maneiras de uma máquina rodar várias blockchains sem que uma interfira na outra, além de ser mencionada em vários jornais como The Economist e a CNN, sobre o seu avanço no mercado financeiro.</div> | ||
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<div style="text-indent:40px;text-align:justify">A blockchain é basicamente um grande banco de dados onde os dados em si não são armazenados em um único servidor, em vez disso ficam nos computadores (nós) das pessoas que estão fazendo uma transação que se utilize dessa tecnologia | <div style="text-indent:40px;text-align:justify">A blockchain é basicamente um grande banco de dados onde os dados em si não são armazenados em um único servidor, em vez disso ficam nos computadores (nós) das pessoas que estão fazendo uma transação que se utilize dessa tecnologia. Esses dados são armazenados na forma de cadeia de dados, sendo assim, é necessária uma rede peer-to-peer para conectar tais computadores. Os dados armazenados ficam para sempre naquele nó, mesmo que existam mais transações que utilizem a tecnologia.</div> | ||
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<li><b>Prevenção de fraude:</b> O prejuízo gerado por fraude na área de telecomunicação supera os U$D 35 bilhões anualmente de acordo a pesquisa Elizabeth A. U. Cristofaro ( | <li style = "padding: 3px;"><b>Prevenção de fraude:</b> O prejuízo gerado por fraude na área de telecomunicação supera os U$D 35 bilhões anualmente, de acordo com a pesquisa de Elizabeth A. U. Cristofaro (Elizabeth, 2016). Devido a isso, essa se torna uma área de destaque na telecom, sendo amplamente pesquisada. Com a criação do blockchain, veio a oportunidade de usá-lo para reduzir esse prejuízo podendo ser utilizado, por exemplo, em roaming e em gerenciamento de identidade. | ||
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<li><b>Identidade como serviço e gestão de dados:</b> Atualmente muitas contas precisam ser criadas, seja para logar no facebook ou fazer compra em um mercado online, a conexão cliente servidor pode ser demorada e sua segurança não é muito alta | <li style = "padding: 3px;"><b>Identidade como serviço e gestão de dados:</b> Atualmente muitas contas precisam ser criadas, seja para logar no facebook ou fazer compra em um mercado online, a conexão cliente servidor pode ser demorada e sua segurança não é muito alta. Devido a isso, pode-se utilizar blockchain para criar um serviço de login, onde as lojas onlines contratariam esse serviço e os compradores teriam apenas uma conta, a do serviço, que usaria em todas as lojas cadastradas. | ||
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<li><b>Ativação 5G:</b> De acordo com | <li style = "padding: 3px;"><b>Ativação 5G:</b> De acordo com Deloitte (Milan, 2016), para cumprir a promessa 5G de acesso onipresente em várias redes, os provedores de serviço de comunicação precisarão lidar com nós de acesso heterogêneos e diversos mecanismos de acesso. Selecionar o nó de acesso mais rápido para cada usuário ou máquina será um desafio central no futuro. Blockchain pode permitir que uma nova geração de mecanismos de seleção de tecnologia de acesso construa soluções sustentáveis. | ||
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== Metodologia == | == Metodologia == | ||
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*26/05/2020 - Início da escrita do Conceito e das características; | *26/05/2020 - Início da escrita do Conceito e das características; | ||
*03/06/2020 - Escrita dos casos de uso da blockchain em telecomunicações; | |||
*05/06/2020 - Marcado a reunião com especialista Rafael dia 08/06/2020, para discursamos sobre desenvolvimento da tecnologia blockchain na Algar Telecom; | |||
*10/06/2020 - Marcado a reunião com especialista Gabriel Dias dia 15/06/2020, para falarmos sobre smart contracts; | |||
*15/06/2020 - Na reunião discutimos a inviabilidade de continuar com smart contracts por blockchain, já que o jurídico da empresa deu preferência por fazer isso de outra maneira; | |||
*10/07/2020 - Criação da planilha de contatos; | |||
*13/07/2020 - Marcada reunião com o Luiz para decidir quais são os próximos passos da pesquisa e sobre entrar em contato com possíveis parceiros; | |||
*15/07/2020 - Contactamos a área de blockchain da IBM para possíveis parcerias; | |||
*22/07/2020 - Stand by devido as ferias do especialista Rafael de Aquino | |||
* '''05/10/2020''': Rafael Aquino disponível para colaborar. Avaliar possiblidade de retomar. | |||
= Pesquisadores = | = Pesquisadores = | ||
*Bruna Alves Oliveira | *Bruna Alves Oliveira | ||
Edição atual tal como às 03h11min de 5 de outubro de 2020
Fase I - Estudo
Título da Idéia
Blockchain
Objetivos
O principal objetivo desta pesquisa é destacar a importância do blockchain, indicando possíveis aplicações no sentido de encontrar oportunidades de crescimento nesse mercado.
Conceito
Blockchain é uma uma tecnologia de registro distribuído que tem como função criar índices globais, à prova de violações, para todas as transações que ocorrem em um determinado mercado.
Descrito em 1991 por Stuart Haber e W. Scott Stornetta, com o intuito de criar um sistema de registro onde os dados não poderiam ser violados ou modificados, que contivesse data e hora, tendo sua performance melhorada no ano seguinte por Bayer, Haber e Stornetta ao ter uma árvore de Merkle incorporada. Mas foi apenas em 2008, com a publicação do artigo “Bitcoin: A Peer-to-Peer Electronic Cash System” do Satoshi Nakamoto, que surgiu a blockchain como é conhecida atualmente, intrinsecamente ligada a criptomoeda bitcoin.
A partir disso, vários estudos para melhorá-la surgiram, como a blockchain 2.0, que altera o projeto de banco de dados distribuídos contida nela, assim como, maneiras de uma máquina rodar várias blockchains sem que uma interfira na outra, além de ser mencionada em vários jornais como The Economist e a CNN, sobre o seu avanço no mercado financeiro.
Características
A blockchain é basicamente um grande banco de dados onde os dados em si não são armazenados em um único servidor, em vez disso ficam nos computadores (nós) das pessoas que estão fazendo uma transação que se utilize dessa tecnologia. Esses dados são armazenados na forma de cadeia de dados, sendo assim, é necessária uma rede peer-to-peer para conectar tais computadores. Os dados armazenados ficam para sempre naquele nó, mesmo que existam mais transações que utilizem a tecnologia.
A cadeia de dados é formada por pacotes, conhecidos como blocos, os quais contém um timestep composto por data e hora, um valor hash do bloco anterior (pai) e seu próprio valor hash, que é único para cada bloco, além das informações de transação. Para um bloco entrar na cadeia, é necessário que os outros blocos e as outras cadeias validem as informações contidas naquele bloco, para que assim, este bloco faça parte da cadeia, que é atualizada em todos os computadores.
Por ser uma tecnologia descentralizada, a falha em nó não resulta na quebra de todo o sistema e, logo que um nó novo aparece, os antigos já tratam de atualizá-lo com a cadeia mais recente, tornando a blockchain mais segura contra ataques.
POSSIBILIDADES DE APLICAÇÃO DO BLOCKCHAIN
- Prevenção de fraude: O prejuízo gerado por fraude na área de telecomunicação supera os U$D 35 bilhões anualmente, de acordo com a pesquisa de Elizabeth A. U. Cristofaro (Elizabeth, 2016). Devido a isso, essa se torna uma área de destaque na telecom, sendo amplamente pesquisada. Com a criação do blockchain, veio a oportunidade de usá-lo para reduzir esse prejuízo podendo ser utilizado, por exemplo, em roaming e em gerenciamento de identidade.
- Identidade como serviço e gestão de dados: Atualmente muitas contas precisam ser criadas, seja para logar no facebook ou fazer compra em um mercado online, a conexão cliente servidor pode ser demorada e sua segurança não é muito alta. Devido a isso, pode-se utilizar blockchain para criar um serviço de login, onde as lojas onlines contratariam esse serviço e os compradores teriam apenas uma conta, a do serviço, que usaria em todas as lojas cadastradas.
- Ativação 5G: De acordo com Deloitte (Milan, 2016), para cumprir a promessa 5G de acesso onipresente em várias redes, os provedores de serviço de comunicação precisarão lidar com nós de acesso heterogêneos e diversos mecanismos de acesso. Selecionar o nó de acesso mais rápido para cada usuário ou máquina será um desafio central no futuro. Blockchain pode permitir que uma nova geração de mecanismos de seleção de tecnologia de acesso construa soluções sustentáveis.
- Conectividade IoT: Ainda de acordo com Milan (Milan, 2016), uma blockchain pode habilitar conectividade ponto a ponto segura e sem erros para milhares de dispositivos de IoT com redes autogerenciadas e econômicas. Por exemplo, as máquinas dentro de uma planta de fabricação poderão se comunicar e autenticar-se via blockchain para orientar os processos de produção. A intervenção manual ativa da força de trabalho, por exemplo, será necessária apenas se máquinas individuais precisarem de manutenção com base em indicadores de manutenção preditiva. Além disso, o risco de um desligamento da produção devido a máquinas corrompidas ou invadidas pode ser limitado, graças à autenticação distribuída e baseada em consenso de dados na rede blockchain.
Estudo Dirigido
Coloque aqui o plano de estudos bem como as possíveis fontes de informação.
Referência bibliográfica
- Zheng Z, Xie S, Dai HN, Wang H (2016) Blockchain Challenges and Opportunities: A Survey. Work Pap
- Michael Nofer, Peter Gomber, Oliver Hinz, Dirk Schiereck (2017) Blockchain
- Elizabeth A. U. Cristofaro (2006) Uma abordagem bayesiana para análise de fraude de subscrição em telecomunicação
- Milan Sallaba, Mirko René Gramatke (2016) How blockchain can impact the telecommunications industry and its relevance to the C-Suite
Fase II - Ensino
Apresentação
Apresentação dos estudos sobre blockchain: https://docs.google.com/presentation/d/1NKhiCZ_K-63LYLKgtwr-ggz_XwEyXgpeMjsAzSFQE5s/edit?usp=sharing
Metodologia
Planilha de contatos: https://docs.google.com/spreadsheets/d/1DCYCEkmRo3BF3ntY4VZj3xG1dFgdT-nvF7vXwGT8ZZ4/edit?usp=sharing
Fase III - Exemplo de Caso de Negócio
Product Backlog
Descreva os requisitos deste projeto
Benefícios para quem for oferecer esta solução
Descrever em tópicos os benefícios que uma pessoa ou uma empresa podem obter: ganhos, receitas, novos negócios, novos produtos, novas parcerias
Benefícios para o usuário
Descrever em tópicos os benefícios para os usuários desta solução.
Pode se inspirar no Canvas.
Direcionadores chave para esta iniciativa
Descrever em tópicos o que esta iniciativa pode proporcionar
Possíveis modelos de negócios
Descrever em tópicos os possíveis modelos de negócios
Business Case
Descrever um exemplo de negócio que permita avaliar a solução comercialmente
Alinhamento com Lei do Bem
- Projeto possui algum elemento tecnologicamente novo ou inovador?
Elemento tecnologicamente novo ou inovador pode ser entendimento como o avanço tecnológico pretendido pelo projeto, ou a hipótese que está sendo testada
- Projeto possui barreira ou desafio tecnológico superável?
Barreira ou desafio tecnológico superável pode ser entendido como aquilo que dificulta o atingimento do avanço tecnológico pretendido, ou dificulta a comprovação da hipótese
- Projeto utiliza metodologia/método para superação da barreira ou desafio tecnológico?
Metodologia/método para superação da barreira ou desafio tecnológico pode ser entendido como aqueles atividades que foram realizadas para superação da barreira ou do desafio tecnológico existente no projeto
- Projeto é desenvolvido em parceira com alguma instituição acadêmica, ICT ou startup?
Se sim, o desenvolvimento tecnológico é executado por associado ou por alguma empresa terceira? qual o nome da empresa? Anexar cópia do contrato
Fase IV - Protótipo orientado ao Negócio
Escopo
Explique o escopo deste protótipo
Limitações
Informe sobre as limitações técnicas, comerciais, operacionais, recursos, etc.
PoC
Desenvolva um PoC (Proof of Concept)
Detalhamento Técnico
Descreva especificamente os aspectos técnicos desta pesquisa
Cronograma Macro
Histórico
- 26/05/2020 - Início da escrita do Conceito e das características;
- 03/06/2020 - Escrita dos casos de uso da blockchain em telecomunicações;
- 05/06/2020 - Marcado a reunião com especialista Rafael dia 08/06/2020, para discursamos sobre desenvolvimento da tecnologia blockchain na Algar Telecom;
- 10/06/2020 - Marcado a reunião com especialista Gabriel Dias dia 15/06/2020, para falarmos sobre smart contracts;
- 15/06/2020 - Na reunião discutimos a inviabilidade de continuar com smart contracts por blockchain, já que o jurídico da empresa deu preferência por fazer isso de outra maneira;
- 10/07/2020 - Criação da planilha de contatos;
- 13/07/2020 - Marcada reunião com o Luiz para decidir quais são os próximos passos da pesquisa e sobre entrar em contato com possíveis parceiros;
- 15/07/2020 - Contactamos a área de blockchain da IBM para possíveis parcerias;
- 22/07/2020 - Stand by devido as ferias do especialista Rafael de Aquino
- 05/10/2020: Rafael Aquino disponível para colaborar. Avaliar possiblidade de retomar.
Pesquisadores
- Bruna Alves Oliveira