1. Documentação de Gerenciamento e Escopo
- O Porquê e o Onde
- Garantir o contexto do negócio e o gerenciamento contínuo do sistema, fatores essenciais para o profissional de TI
- Modelo de Negócio e Metas:
- Qual problema de negócio que o sistema resolve?
- Quais são os objetivos do negócio (ROI, eficiência operacional, redução de custos)?
- Complemento à Investigação e Visão Geral do Sistema.
- Modelo de Negócio e Metas:
- Glossário e Dicionário de Dados:
- Lista de termos, acrônimos e definições específicas do domínio de negócio e do projeto. O dicionário de dados define precisamente cada campo do DER (ex: código_cliente deve ser único, numérico, 8 dígitos).
- Complemento aos Requisitos e ao DER
- Matriz de Rastreabilidade (Requisitos vs. Testes):
- Documento que mapeia cada requisito funcional a um ou mais casos de teste e ao código ou componente que o implementa. Crucial para provar que todos os requisitos foram entregues e testados
- Complemento a: Requisitos Funcionais.
- Plano de Evolução e Suporte:
- Documento que detalha como o sistema será mantido após o lançamento (ciclo de manutenção, frequência de atualizações, processo para relatar e corrigir bugs) e quais são os próximos passos de desenvolvimento (roadmap).
- Complementa a Visão Geral do Sistema.
2. Documentação de Design Detalhado
- O Como
- Diagramas de alto nível (Componentes, Implantação e DER) estão presentes. Falta o detalhe da arquitetura interna e da lógica complexa
- Diagrama de Classes (UML):
- Mapeamento detalhado das classes, atributos, métodos e seus relacionamentos. Essencial para que novos desenvolvedores entendam o código-fonte rapidamente
- Complementam os Diagramas de Componentes (que é mais abstrato)
- Diagramas de Sequência ou Casos de Uso (UML):
- Visualizam a ordem e a interação entre objetos e componentes para realizar uma função específica, especialmente em fluxos complexos
- Complementam os Diagramas de Fluxo Principal (que são mais focados no processo de negócio)
- Padrões de Projeto (Design Patterns) Utilizados:
- Documentação de quais padrões de design (ex: Factory, Singleton, Observer) foram utilizados na arquitetura e por quê. Facilita a manutenção e a consistência do código.
- Diagrama de Classes (UML):
3. Documentação Técnica do Código
- O Como no baixo nível
- Estes são essenciais para os desenvolvedores que farão a manutenção (o "como" no nível do código):
- Documentação da API (Interface de Programação de Aplicações):
- Detalha todos os endpoints, métodos, parâmetros de entrada/saída e códigos de erro das APIs internas ou externas utilizadas pelo sistema. Geralmente gerada automaticamente (ex: Swagger/OpenAPI)
- Complemento Diagrama de Componentes
- Padrões de Codificação e Boas Práticas (Code Style Guide):
- Explicação: Regras e diretrizes para escrever código no projeto (convenção de nomes, formatação, como lidar com exceções). Garante a consistência e a legibilidade do código.
- Documentação da API (Interface de Programação de Aplicações):
4. Documentação de Testes e Qualidade
- Fundamental para garantir que o sistema funciona conforme o esperado e que as correções não introduzam novos bugs.
- Casos de Teste (Test Cases) Detalhados:
- Explicação: Conjunto de etapas, dados de entrada e resultados esperados para validar cada funcionalidade. Isso inclui testes de unidade, integração, sistema e aceitação.
- Complemento a: Requisitos Funcionais.
- Relatório de Cobertura de Código e Qualidade:
- Explicação: Métricas de qualidade do código (cobertura de testes, complexidade ciclomática, densidade de bugs). Demonstra a saúde e a manutenibilidade do código.
- Casos de Teste (Test Cases) Detalhados: