• Comutador Virtual: tem a função de conectar as vNICs às NICs físicas do servidor e — o mais importante — é que vincula vNICs a outras vNICs no servidor para comunicação local. O que torna essa solução interessante é que em um comutador virtual o limite não está vinculado à velocidade da rede e sim à largura de banda da memória, que permite a comunicação eficiente entre VMs locais e minimiza a sobrecarga da infraestrutura de rede. Isso gera uma economia da rede, pois a rede física só é usada para comunicação entre os servidores, isolando o tráfego entre as VMs nos servidores, porém o Linux já incorpora um comutador virtual na camada 2 no kernel(núcleo do sistema operacional).Mas qual a necessidade de um comutador virtual se o Linux já tem tem um incorporado? A resposta é uma nova classificação chamada comutador virtual distribuído, que permite a ponte entre os servidores de uma forma que torna a arquitetura do servidor subjacente transparente. Um comutador virtual de um servidor pode se unir de forma transparente a um comutador virtual em outro servidor simplificando a migração das VMs nos servidores (e suas interfaces virtuais), pois elas podem se conectar ao comutador virtual distribuído e se unir de forma transparente à sua rede comutada virtual.