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Conceito
Primeiramente, ao se falar de Banco de Dados, devemos entender a diferença entre "Dados" e "Informações", que por serem sinônimos, acabam dificultando o entendimento.
Dados = Um dado sozinho, não interagindo em um contexto, não expressa qualquer certeza ou retire alguma dúvida. Por exemplo: o número 2002. Esse número não representa alguma coisa bruta nesse contexto.
Informações = Informações são dados organizados que apresentam algum tipo de certeza sobre algo. Ou seja, sozinhos, os dados não apresentam algum objetivo, mas reunidos, eles passam a apresentar um objetivo. Exemplo: Em 2002 o Brasil ganhou a Copa do Mundo. O "2002" que antes não representava algo, agora passa a ter um significado, representando o ano que o Brasil venceu a Copa do Mundo.
Com esses dois conceitos, é possível entender o que é um Banco de Dados, que nada mais é um armazenamento de dados e/ou informações, com o objetivo de organizar a vida para os usuários em questão de praticidade e rapidez. Podemos observar Bancos de Dados ao nosso redor o tempo todo. Por exemplo, ao ir na biblioteca da faculdade, podemos notar que eles possuem um Banco de Dados com informações de livros e com os dados dos usuários cadastrados. Isto é, ao pesquisar na biblioteca o nome de algum livro, o sistema vai no Banco de Dados para coletar informações sobre o pedido e te informa todos os dados do livro. Ao mesmo tempo que uma bibliotecária poderá procurar o nome de algum aluno que esteja cadastrado para, por exemplo, avisar sobre multa por não ter devolvido os livros. Ela utiliza do Banco de Dados com as informações dos usuários cadastrados para verificar o tempo de entrega dos livros.
Características
Como já explicado, o Banco de Dados serve para armazenar informações sobre um determinado assunto. Sua estrutura sempre varia, pois depende de qual objetivo o administrador vai precisar. Vamos tomar como exemplo o Banco de uma biblioteca. Sua estrutura pode ter:
Um Banco com o nome dos usuários cadastrados. Um estudante por exemplo deve ter o número de matrícula, o nome completo, seu CPF, qual curso está inscrito, quantos empréstimos o estudante já fez, se ele está devendo algum livro e se sim, a quantos dias.
Um Banco com o nome dos livros do acervo. Como também o número da edição, o nome da editora, quantos desse livro ainda restam dentro da biblioteca para serem emprestados.
Como podemos ver, o Banco sempre vai variar com o seu objetivo. Além disso, existem os administradores, que possuem funções que os usuários normais não podem utilizar. Continuando com a biblioteca, podemos observar que a bibliotecária possui muitos direitos. Como: editar o nome de algum livro ou aluno, assim como a matrícula, a edição e editora do livro. Ela também possui direitos para cadastrar novos usuários e novos livros. Observar quais empréstimos estão pendentes, e assim aplicar as multas necessárias para o estudante.
Um Banco de Dados em sua maioria é feito pela linguagem SQL (Structured Query Language ou Linguagem de Consulta Estruturada) que gerencia os dados para criar o Banco. Tal linguagem é utilizada em muitos programas conhecidos como sistemas de gerenciamento de banco de dados (SGBD), como MySQL, Oracle, PostgreSQL, entre outros programas. Existem outras linguagens, mas essa domina o mercado desde sua criação em 1974. Basicamente o Banco é composto por quatro componentes que são básicos para o seu funcionamento. Todo Banco precisa de dados, que juntos irão formar as informações. Tais dados serão alterados pelo programador utilizando algum SGBD. Os usuários acessam as informações dos bancos através de seu hardware utilizando algum software. Basicamente, o Banco é estruturado e utilizado como pode-se ver na imagem:
Vantagens
A maior vantagem de utilizar um Banco de Dados está na clara facilidade em que ele provê para os usuários. Uma bibliotecária por exemplo não precisa ficar arquivando papéis em uma sala com o nome de todos os alunos de uma universidade, já que ela pode fazer isso utilizando o Banco, arquivando os dados dentro dele utilizando um SGBD. Imagine, por exemplo, um escritório com vários papéis arquivados com dados de um banco. O risco que isso traria é muito grande, podendo comprometer os dados de todos os usuários. Logo, um Banco de Dados, além de providenciar facilidade para os usuários, também demonstra mais segurança. Além da segurança e facilidade, um Banco de Dados é altamente flexível com o SGBD, onde administradores podem alterar informações de todas as contas.
Softwares disponíveis
Um Banco de Dados é controlado por um SGBD (Sistema de Gerenciamento de Banco de Dados). O SGBD inclui para os usuários interfaces para alterarem, adicionarem ou excluírem informações presentes nos seus bancos de dados. Os softwares mais conhecidos disponíveis para uso são: PostgreSQL, Firebird, MySQL, Oracle, JADE e Microsoft Access .
HotStandby
HotStandby é um método em que dois sistemas rodam simultaneamente em um local. Se o sistema principal tiver alguma falha, o sistema "hotstandby" irá tomar controle do novo sistema. Ele nada mais é do que um tipo de programa para garantir mais segurança aos sistemas, já que impede que alguma falha que possa ocorrer seja tão grave a ponto de ter um sistema todo off-line.
Capacidades
Referências bibliográficas
http://www.dicasdeprogramacao.com.br/o-que-e-um-banco-de-dados/
[http://www.devmedia.com.br/os-nove-passos-do-banco-de-dados/9567
http://e-reality-database.blogspot.com.br/2007/09/banco-de-dados-caractersticas.html
