Evolução na profissão

Hélvio começou como estagiário na antiga CTBC, enquanto ainda fazia o Curso de Engenharia Elétrica pois ainda não possuía o curso de Ciência da Computação na UFU, assim que o curso surgiu, Hélvio entrou na 1° turma. O conhecimento de computação aliado ao de elétrica fez com que ele tivesse um amplo conhecimento de redes e conectividade. Hoje o profissional é funcionário da Algar Telecom.

Descrição da atividade atual

As principais responsabilidades deste profissional são projetar redes de computadores, participando ativamente da análise, estudo, seleção e planejamento de software e hardware básico e de apoio (como sistemas operacionais, bancos de dados, teleprocessamento, sistemas de gestão, etc.). Também atuar na manutenção destes serviços, garante a segurança de dados, cria políticas de backup e segurança, previne contra invasões físicas ou lógicas e mapeia todos esses procedimentos técnicos. Além disso, o Analista atua também com suporte técnico, resolvendo chamados, com instalação, configuração e atualização de softwares, esclarecendo dúvidas e fornecendo requisitos necessários para o funcionamento adequado de infraestruturas de rede ou informacionais.

Requisitos mínimos para exercer a profissão

O profissional destacou a busca pelo conhecimento como característica necessária. Curso de Ciência de Computação formou a base de seu conhecimento, apesar também de ter feito Engenharia Elétrica. O conhecimento de inglês também faz-se necessário nesse meio, uma vez que a grande maioria de manuais e códigos são escritos nessa língua.

Ferramentas usadas no dia-a-dia

O profissional destacou como importante o conhecimento de protocolos e analisadores de protocolo. Também ter um bom conhecimento de Firewall, banco de dados e Sistema Operacionais.

Tecnologias envolvidas

Não apontou uma ferramenta especifica, já que são várias ferramentas usadas, porém, destacou importante e necessário saber como manusear Sistema Operacionais e Redes IP.

Ética profissional

Não conseguiu apontar um episódio em si, mas apontou que a boa vontade e a disposição em fazer o trabalho bem feito são importantes. Destacou também a paciência, diálogo e respeito como virtudes, principalmente quando está lidando diretamente com clientes. Outro fator importante é sempre seguir as normas da empresa.

Exemplo de resultado tangível

Ajudou na implantação open source de monitoramento de redes na empresa. Desenvolveu também uma plataforma para bilhetar o tráfego da telefonia celular e fixa da empresa, com base em protocolos em cima das redes IP, desenvolvendo assim o próprio Bilhetador da empresa, onde antigamente tinha que ser comprado de grandes empresas por um custo alto, com a implantação de um projeto "caseiro", foi possível diminuir os gastos da empresa mas mantendo o excelente resultado.

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Dúvidas


  • 1. Cite um exemplo de conectividade.
    • Uma lâmpada que pode ser deligada e acendida através de um dispositivo móvel.


  • 2. O que é troubleshooting?
    • Troubleshooting é um diagrama indicando os diversos possíveis problemas que um produto, processo ou sistema operacional pode apresentar, com suas causas e como proceder diante de cada problema, muitas vezes aplicado na reparação de produtos ou processos falhados. É uma busca sistemática e lógica pela raiz de um problema, de modo a que possa ser resolvido e o produto ou processo possa ficar novamente operacional. O troubleshooting é necessário para desenvolver e manter sistemas complexos onde os sintomas de um problema podem ter diversas causas. É usado em muitos campos, tais como a engenharia, a administração de sistemas, a eletrônica, a reparação de automóveis e o diagnóstico de doenças. Normalmente, um processo de eliminação é usado para isolar as possíveis causas dos problemas.


  • 3. O que são redes x.25? Cite um exemplo de uso comercial.
    • O protocolo X.25 foi lançado em 1970 pelo Tymnet, sendo baseado numa estrutura de rede analógica, predominante na época de sua criação. É considerado o precursor do protocolo Frame Relay. Como protocolo de rede, a sua função é gerenciar pacotes organizando as informações, atuando na camada de enlace do RM-OSI. O X.25 executa esta tarefa ficando responsável pela interpretação de uma onda modulada recebida, efetuando a demodulação do sinal e lendo o cabeçalho de cada pacote. Quando uma informação entra na interface de rede, esse é o primeiro protocolo a ser acionado. É muito utilizado hoje para troca de dados dos Pin Pad (máquinas de cartão de crédito). Os serviços de comutação foram originalmente estabelecidos para conectar terminais remotos a sistemas principais.


  • 4. Qual a função de um firewall?
    • Um firewall é um dispositivo de uma rede de computadores que tem por objetivo aplicar uma política de segurança a um determinado ponto da rede.


  • . 5. O que é o modelo OSI?
    • O Modelo OSI é um modelo de rede de computador referência da ISO dividido em camadas de funções, criado em 1971 e formalizado em 1983, com objetivo de ser um padrão, para protocolos de comunicação entre os mais diversos sistemas em uma rede local (Ethernet), garantindo a comunicação entre dois sistemas computacionais. Este modelo divide as redes de computadores em 7 camadas, de forma a se obter camadas de abstração. Cada protocolo implementa uma funcionalidade assinalada a uma determinada camada.


  • 6. Um que é um analisador de protocolo? Cite um exemplo de ferramenta.
    • Um analisador de protocolo é um hardware ou software usado em um PC para interceptar e capturar o tráfego enviado através de uma rede . Analisadores de protocolo também são referidos como analisadores de rede e analisadores de pacotes. Processando fluxos de dados , ou sequências de grupos de dados digitalmente codificados ou pacotes são enviados através da rede . Um analisador de protocolo de captura cada pacote de dados , analisa o conteúdo do pacote , e decodifica os dados, convertendo-o em um formato legível para a revisão do administrador de rede. Wireshark.


  • 7. Em termos de virtualização, o que faz um container?
    • A virtualização do sistema operacional tem crescido em popularidade na última década como mum meio de permitir que o software funcione de forma previsível mesmo movido de um servidor para outro. Os containers fornecem uma maneira de executar esses sistemas isolados em um único sistema operacional servidor/host.