Vou contar como pensei em um primeiro momento, levando em conta a falta de energia elétrica e a destruição de antenas e demais equipamentos de comunicação móvel, passei a imaginar uma coisa que não dependesse de energia elétrica (salvo apenas as pilhas e pequenas baterias). Com tal problema, não sei por qual motivo veio na minha cabeça um pombo correio ( estranho não? mais comecei a imaginar como eu poderia usar um pombo correio). Em um primeiro momento pensei em um dispositivo em um local seguro, uma espécie de gaiola onde a pessoa teria que ir todos os dias, digitar uma senha, se ficasse um dia sem digitar essa senha o dispositivo abria e o pombo levaria a mensagem pra um local previamente estipulado (no caso teria que treinar o pombo pra isso rs) esse local poderia ser qualquer lugar que tivesse condição de ajudar. Em um segundo momento, imaginei um sistema sem o pombo. Pensei em algum aparelho que iria medir a temperatura do corpo ou ate mesmo os sinais elétricos (com tais dados não daria pra saber se o individuo ainda esta vivo?)e iria enviar uma mensagem para um satélite. Não sei qual mensagem seria mais quem sabe 0 ou 1 (vivo ou morto) sei la qualquer coisa. De posse de tal mensagem, os órgãos competentes juntamente com a familia (que sabe mais ou menos por onde a pessoa andava naquele momento) poderiam procurar o desaparecido, se supormos que o acidente foi as 15 horas, a familia tem condição de saber se nesse horário ele estava em casa ou se estava no trabalho ou outro lugar qualquer e então as equipes de resgate poderiam ser muito mais eficiente, vasculhando os escombros apenas em locais onde tem a possibilidade de encontrar sobreviventes. Não pensei em um sistema de rastreamento pois entra aquela velha questão da privacidade. O equipamento que pensei teria que ser preso ao corpo como um relógio por exemplo. Essa foi minha ideia mas, achei a idéia do Luiz Cláudio muito mais interessante.


Thiago 19h58min de 16 de março de 2011 (BRT)

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