| Linha 302: | Linha 302: | ||
== Portas == | == Portas == | ||
'''Conceito:''' | |||
* Portas, na computação, são um conjunto de 16 bits conhecido como port number, adicionado a um endereço de IP, e são um meio de comunicação na rede. | * Portas, na computação, são um conjunto de 16 bits conhecido como port number, adicionado a um endereço de IP, e são um meio de comunicação na rede. | ||
| Linha 308: | Linha 308: | ||
* São dividas em dois principais protocolos de transporte: Transmission Control Protocol (TCP) e User Datagram Protocol (UDP). | * São dividas em dois principais protocolos de transporte: Transmission Control Protocol (TCP) e User Datagram Protocol (UDP). | ||
'''Protocolos TCP e UDP:''' | |||
* TCP: | * TCP: | ||
| Linha 322: | Linha 322: | ||
** Seu uso pode parecer inútil inicialmente, porém há casos onde o fato da possibilidade de perda de dados será utilizado positivamente, como em streaming de vídeos, onde uma instabilidade se usado o pacote TCP causaria congelamento de imagens, já com UDP manteria rodando, apenas com a merda de alguma qualidade. | ** Seu uso pode parecer inútil inicialmente, porém há casos onde o fato da possibilidade de perda de dados será utilizado positivamente, como em streaming de vídeos, onde uma instabilidade se usado o pacote TCP causaria congelamento de imagens, já com UDP manteria rodando, apenas com a merda de alguma qualidade. | ||
'''TCP/IP:''' | |||
* Também chamado de pilha de protocolos TCP pois é um conjunto de protocolos divididos em quatro camadas, que garantem a integridade do pacote na rede, sendo elas: | * Também chamado de pilha de protocolos TCP pois é um conjunto de protocolos divididos em quatro camadas, que garantem a integridade do pacote na rede, sendo elas: | ||
| Linha 345: | Linha 345: | ||
Servidor: FYN (confirma) | Servidor: FYN (confirma) | ||
Estação: FYN (confirma que recebeu a confirmação) | Estação: FYN (confirma que recebeu a confirmação) | ||
'''Referências bibliográficas:''' | |||
* Protocolo e serviços de rede - Prof. Renan Osório Rios | |||
== Processadores == | == Processadores == | ||
Edição das 11h16min de 12 de abril de 2019
Debate
| Tópico | Tema 1 | Tema 2 | Tema 3 | Tema 4 | Tema 5 | Tema 6 | Tema 7 | Data |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Hardware | Barramentos | Periféricos | Processadores | Conectores | Memória RAM | Disco Rígido | Memória ROM | 09/05 |
| Software | App | ERP | Sistema Embarcado | Framewotks | Firmware | SO | Web | |
| Development | Algoritmos | API | Compiladores | IDE | Linguagens de Programação | Open Source | Webservice | |
| DataBase | Banco de Dados | Normalização | SQL | BigData | ETL | Data Mining | NoSQL | |
| Methods | Canvas | eXtreme Programming | Integração Contínua | Modelo Orientado a Serviço | Scrum | UML | FDD | |
| Net | Firewall | Internet | IP | Protocolos | Redes de Computadores | Roteador | Dns | |
| Cloud | Virtualização | Modem | DNS | Criptografia | Cloud Computing | Plataformas | SaaS | |
| Internet of Things | RFId | Raspberry | IPSec | IoT | CLP | Arduino | Sensores | |
| State of the Art | BlockChain | IA | Inteligência Cognitiva | Machine Learning | RA | Bots | Redes Neurais |
Tabela de Temas
| Nro | Tema | Tópico | Aluno |
|---|---|---|---|
| 01 | Algoritmos | Development | Giovana Campioto |
| 02 | API | Development | Gabriel Rodrigues |
| 03 | App | Software | Elton |
| 04 | Arduino | Internet of Things | Fábio |
| 05 | Banco de Dados | Database | Guilherme Rodovalho |
| 06 | Barramentos | Hardware | Pablo Pierre da Nóbrega |
| 07 | BigData | Database | Pedro Henrique Chagas |
| 08 | BlockChain | State of the Art | Arthur Maia |
| 09 | Bots | State of the Art | Mateus Gonçalves Canavieira |
| 10 | Canvas | Methods | Prof. Luiz Cláudio |
| 11 | Cloud Computing | Cloud Computing | Mateus Ferreira Silva |
| 12 | CLP | Internet of Things | Nathaly V |
| 13 | Compiladores | Development | Carlos Erivelton |
| 14 | Criptografia | Cloud Computing | Guimarães |
| 15 | Data Mining | Database | Samantha |
| 16 | Disco Rígido | Hardware | Marcello |
| 17 | DNS | Cloud Computing | Luís Fellipe de Souza |
| 18 | ERP | Software | Esdras |
| 19 | ETL | Database | Vinicius Prado |
| 20 | eXtreme Programming | Methods | Murilo Medeiros |
| 21 | FDD | Methods | Francisco dos Santos |
| 22 | Firewall | Net | João Pedro Silva Mendes |
| 23 | Firmware | Software | Pedro Henrique Zardini De Souza |
| 24 | Frameworks | Software | Lucas Henrique Couto |
| 25 | IA | State of the Art | Tonus |
| 26 | IDE | Development | Arthur Rodrigues Cardoso |
| 27 | Inteligência Cognitiva | State of the Art | Igor Medeiros |
| 28 | Integração Contínua | Methods | Carlos Henrique Duarte de Carvalho |
| 29 | Internet | Net | Brunno Viegas |
| 30 | IoT | Internet of Things | Nicolli Freitas |
| 31 | IP | Net | Gustavo Alves |
| 32 | IPSec | Internet of Things | Piedro Hammer |
| 33 | Linguagens de Programação | Development | Luís Humberto Rodrigues |
| 34 | Machine Learning | State of the Art | Rick Ricarte |
| 35 | Memória RAM | Hardware | Luiz André |
| 36 | Memória ROM | Hardware | Bryan Ernanes |
| 37 | Modelo Orientado a Serviço | Methods | |
| 38 | Modem | Cloud Computing | Pedro Alexandre |
| 39 | Normalização (BD) | Database | Wilson Santos |
| 40 | NoSQL | Database | João Victor |
| 41 | Open Source | Development | Fernando Daniel Silva |
| 42 | Periféricos | Hardware | Matheus Gonçalves Coelho de Resende Silvano |
| 43 | Plataformas | Cloud Computing | Augusto Cesar de Barros Silveira |
| 44 | Portas | Hardware/Net | Marco Túlio Candeo |
| 45 | Processadores | Hardware | Victor Buiatti |
| 46 | Protocolos | Net | Rafael Dutra |
| 47 | RA | State of the Art | Lucas Mezencio Santana |
| 48 | Raspberry | Internet of Things | Gabriel Ferreira de Souza |
| 49 | Redes de Computadores | Net | Gabriel Rafah |
| 50 | Redes Neurais | State of the Art | Thalison Henrique |
| 51 | RFId | Internet of Things | Henrique Matheus |
| 52 | Roteador | Net | Tiago Gomes |
| 53 | SaaS | Cloud | Rogério Aguilar Silva |
| 54 | Scrum | Methods | Gustavo Augusto Ferreira |
| 55 | Sensores | Internet of Things | Matheus de Camargo Martins |
| 56 | Sistema embarcado | Software | murilo ferreira |
| 57 | SO | Software | Marco Antonio da Silva Rodrigues |
| 58 | Speech Recognition | State of the Art | Igor Lourenço |
| 59 | SQL | Database | Ramon Maximo |
| 60 | UML | Methods | Bruno Giamatei Bertoco |
| 61 | Virtualização | Cloud Computing | Lucas Capra |
| 62 | Web | Software | Gabriel Marques |
| 63 | Webservice | Development | Vinicius Pereira |
Descrição dos temas
Algoritmos
API
App
Arduino
Banco de Dados
Barramentos
BigData
BlockChain
Bots
Canvas
- O Business Model Canvas é uma ferramenta estratégica que contribui de forma significativa para a construção rápida e visual de novos produtos ou serviços. Sua aplicação consiste no uso de um painel dividido em nove grandes blocos, como mostra a figura abaixo, que representam os elementos fundamentais (building blocks) que compõem um modelo de negócio.
- O objetivo central do preenchimento do painel é extrair propostas de valor que atendam e potencializem os principais objetivos desejados do negócio, antes de partir de fato para a formatação do produto ou serviço.
- Abaixo apresentamos a dinâmica de montagem do Modelo Canvas sugerida por Osterwalder.

- Para aplicar o Canvas, pode-se utilizá-lo impresso em um tamanho A4 ou A3 para facilitar o trabalho colaborativo; ou desenhá-lo em um quadro, pois seu layout é simples de ser replicado. Para preencher o Canvas é recomendado utilizar post-its, pois são fáceis de manipular.
- O Canvas, que apresentamos na figura abaixo, pode ser subdividido em duas grandes dimensões, como nos lados direito e esquerdo do cérebro, sendo a dimensão mais à direita os elementos mais subjetivos e "emocionais" e os elementos da parte esquerda os mais estruturais e lógicos. Sugere-se preencher o Canvas da direita para a esquerda, pois assim é possível conhecer primeiro os anseios e desejos dos envolvidos para, em seguida, começar a defini-los de forma mais concreta.
- Segmentos de Clientes
- Começamos preenchendo o bloco Segmentos de Clientes (Customers Segments), buscando mapear para quem se está criando valor e quem são os potenciais clientes para os objetivos pretendidos.
- Exemplos de segmentos de clientes:
- Consumidores da classe C
- Mulheres
- Idosos
- Consumidores de uma cidade
- etc.
- Proposta de Valor
- No bloco Proposta de Valor (Value Proposition) são criadas propostas que atendam a determinadas necessidades dos potenciais clientes, sempre tendo os objetivos de negócio norteando a dinâmica.
- Exemplo de propostas de valor:
- Conveniência
- Personalização
- Apoio a decisão
- Rapidez
- Redução de custos
- entre outros.
- Os Segmentos de Clientes e as Propostas de Valor são os principais elementos, sobre os quais todo o restante do Canvas se apoiará.
- Canais de Distribuição
- Uma vez que já se tem uma prévia de clientes potenciais e propostas de valor, é necessário pensar em como fazer com que estes dois elementos fundamentais se encontrem.
- Logo, são definidos e sugeridos os Canais de Distribuição (Channels), como:
- Entrega à domicílio
- Site de conteúdo
- Newsletter
- Atendimento presencial
- entre outros
- através dos quais será possível distribuir e entregar as propostas de valor.
- Uma vez que já se tem uma prévia de clientes potenciais e propostas de valor, é necessário pensar em como fazer com que estes dois elementos fundamentais se encontrem.
- Relacionamentos com os Clientes
- Também é preciso entender como se dará os Relacionamentos com os Clientes (Customer Relationships), que deve ter o propósito de fortalecer o envolvimento do cliente com o negócio.
- São exemplos de relacionamentos com clientes:
- Canal de perguntas e respostas
- Ouvidoria
- SAC
- Atendimento pós-venda
- Serviços automatizados.
- Receita
- Por fim, na dimensão direita, temos as Linhas de Receita (Revenue Stream), que registram como a solução em construção pretende gerar receitas, tendo como base as propostas de valor sugeridas.
- Alguns exemplos:
- Venda de assinaturas mensais
- Venda direta
- Retorno em publicidade paga
- Aluguel.
- Recursos-Chave
- Na dimensão esquerda do Canvas encontramos algumas definições mais objetivas, que irão sustentar os elementos mapeados na dimensão direita.
- Os Recursos-Chave (Key Resources) são os recursos ligados diretamente ao funcionamento do modelo de negócio.
- Podem ser:
- Equipes
- Máquinas
- Investimentos
- Plataformas de tecnologia
- Atividades-Chave
- As Atividades-Chave (Key Activities) são todas as atividades sem as quais não seria possível atender as propostas de valor, construir os canais necessários e manter os relacionamentos.
- Podem ser atividades-chave:
- Acompanhar redes sociais (uma atividade interessante para contribuir com o relacionamento com os clientes)
- Construir uma loja (que pode se relacionar com as propostas de valor e canais específicos)
- Aprender uma tecnologia que serve de base para o desenvolvimento de uma solução
- Monitorar outras soluções para avaliar se a sua está dentro dos padrões;
- Parceiros-Chave
- Já os Parceiros-Chave (Key Partners) são todos aqueles que podem contribuir tanto com as Atividades-Chave quanto com os Recursos-Chave.
- Algumas parcerias:
- Fornecedores de Tecnolologia, podem disponibilizar máquinas para atender a algum Recurso-Chave.
- Algumas parcerias podem contribuir com pessoas ou realizando diretamente alguma das Atividades-Chave, como Monitorar redes sociais
- Outras podem fornecer uma plataforma que se conecta com a sua para prover o serviço final.
- Custos
- Representando os custos necessários para se manter e construir toda a solução proposta, há o bloco Estrutura de Custos (Costs Structure), que indica, por exemplo:
- a necessidade de se Pagar a manutenção das máquinas previstas,
- Pagamentos dos parceiros contratados,
- Custo recorrente de infraestrutura
- Custo das equipes envolvidas
- e assim por diante.
- Representando os custos necessários para se manter e construir toda a solução proposta, há o bloco Estrutura de Custos (Costs Structure), que indica, por exemplo:
- Exemplo de projeto:

Cloud Computing
CLP
Compiladores
Criptografia
Data Mining
Disco Rígido
DNS
ERP
ETL
eXtreme Programming
FDD
Firewall
Firmware
Frameworks
IA
IDE
Integração Contínua
Inteligência Cognitiva
Internet
IoT
IP
IPSec
Linguagens de Programação
Machine Learning
Memória RAM
Memória ROM
Modelo Orientado a Serviço
Modem
Normalização (BD)
NoSQL
Open Source
Open Source
Periféricos
Plataformas
Portas
Conceito:
- Portas, na computação, são um conjunto de 16 bits conhecido como port number, adicionado a um endereço de IP, e são um meio de comunicação na rede.
- Enquanto a utilidade de um endereço de IP é a de identificar um computador em uma rede, a porta identifica uma aplicação em um computador.
- São dividas em dois principais protocolos de transporte: Transmission Control Protocol (TCP) e User Datagram Protocol (UDP).
Protocolos TCP e UDP:
- TCP:
- Considerado o protocolo de rede mais importante devido ao fato de formar o modelo TCP/IP que compõe toda a internet. É o mais utilizado atualmente, pois suas características permitem uma maior flexibilidade de casos, sendo as principais:
- Retorna uma resposta de sucesso quando todos os segmentos foram transferidos corretamente;
- Agrupa segmentos fora de ordem;
- Controle de fluxo;
- Mantém conexões lógicas;
- Transferências simultâneas em ambas as direções.
- Considerado o protocolo de rede mais importante devido ao fato de formar o modelo TCP/IP que compõe toda a internet. É o mais utilizado atualmente, pois suas características permitem uma maior flexibilidade de casos, sendo as principais:
- UDP:
- O UDP é considerado um protocolo menos confiável e mais simples, devido ao fato de não manter conexões. O funcionamento do User Datagram Protocol é de apenas enviar dados, sem receber nenhuma confirmação da recepção ou possibilitar transferências simultâneas.
- Seu uso pode parecer inútil inicialmente, porém há casos onde o fato da possibilidade de perda de dados será utilizado positivamente, como em streaming de vídeos, onde uma instabilidade se usado o pacote TCP causaria congelamento de imagens, já com UDP manteria rodando, apenas com a merda de alguma qualidade.
TCP/IP:
- Também chamado de pilha de protocolos TCP pois é um conjunto de protocolos divididos em quatro camadas, que garantem a integridade do pacote na rede, sendo elas:
- Camada de Aplicação:
- Utilizada para iniciar o envio e receber informações na rede.
- Camada de Transporte:
- Recebe os dados da camada acima, verifica a integridade e divide em pacotes.
- Camada de Rede:
- Anexa os pacotes a um endereço de IP do remetente e do destinatário.
- Camada de Interface:
- Finalizar o envio de pacotes pela rede.
- Camada de Aplicação:
Veja a seguir como funciona o envio de um pacote em uma transmissão TCP/IP:
Estação: SYN (solicita a abertura da conexão) Servidor: SYN (confirma o recebimento e avisa que a porta está disponível) Servidor: ACK (inicia a conexão) Estação: ACK (confirma) Estação: DATA (é enviado o pacote com a mensagem de texto) Servidor: OK (a confirmação, depois de verificar a integridade do pacote) Estação: FYN (solicita o fechamento da conexão) Servidor: FYN (confirma) Estação: FYN (confirma que recebeu a confirmação)
Referências bibliográficas:
- Protocolo e serviços de rede - Prof. Renan Osório Rios
