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** Cite o estágio mais atual desta tecnologia, ou seja, exemplos de aplicações bem recentes | |||
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Edição das 16h31min de 10 de abril de 2018
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- Murilo - Mineração de Dados
- Guilherme Daisuke - Open Source
- Daniela - BI
- Gabriel Pires - ETL
- Pedro Eduardo - Renderização
- Victor Hugo - BlockChain
- Estevão - Normalização (BD)
- Matheus Fagundes - Redes Neurais
- Gabriel Vieira - Speech Recognition
| Tema | Aluno |
|---|---|
| Algoritmos | Vitor Manoel Gonçalves Teixeira |
| API | Paulo Reis dos Santos Junior |
| App | Carlos Augusto Dantas Marquez |
| Arduino | João Vitor Santos Izidoro |
| Banco de Dados | Otávio Augusto de Oliveira |
| Barramentos | Leonardo Henrique Rodrigues Montes |
| BigData | Vinícius Carvalho Cazarotti |
| CanvAs | Vinicius Stachechen Machado |
| Cloud Computing | Vitória Caroline de Paulo |
| CLP | Caio Rafael dos Santos |
| Compiladores | Mauricio Neto |
| Conectores | Marcel Felipe de Paiva Maciel |
| CPU | Marcus Vinicius Marchiori |
| Criptografia | Igor de Castro |
| Data Mining | Vinicius Calixto Rocha |
| DMA | Vinicius Alves Martins |
| ERP | Emerson Martins dos Santos |
| eXtreme Programming | Gabriel Alcântara da Costa Batista |
| Firewall | Caio Marcio |
| Firmware | Agilson Jr |
| Frameworks | Paulo Victor Silva Mello |
| IA | Estela Rezende Goulart |
| IDE | Matheus Ferreira Riguette de Souza |
| Inteligência Cognitiva | Bruno Henrique Rodrigues dos Reis |
| Integração Contínua | Joao Victor Johanson |
| IoT | Helton Pereira de Aguiar |
| IPSec | Hugo Borges Oliveira |
| Linguagens de Programação | Frederico Marques Fulgêncio |
| Machine Learning | Diego Batistuta Ribeiro de Andrade |
| Memória RAM | Railson da Silva Martins |
| Modelo Estruturado | Gabriel Victor Duarte Pereira |
| Modelo Orientado a Objeto | Guilherme Bartasson Naves Junker |
| Modem | Klesley Silva de Oliveira |
| NoSQL | César Ricardo Salomão Junior |
| Plataformas | Alexandre Mariano |
| Processadores | Nicolas de Melo Proença |
| Portas | Matheus Candido Ferreira de Faria |
| Protocolos | Gabriel Dal Belo Gomes Santos |
| PWA | Heldson Luiz da Silva |
| RA | Luiz Fellipe Silva Lima |
| Raspberry | Henrique Tornelli Duarte |
| Redes de Computadores | Victor Silva Santos |
| Roteador | Matheus Negrisolli Rosa Seixas |
| Satélite | Fernando Toshiharu |
| Scrum | Artur Amaro |
| Sistema embarcado | Pedro Henrique Silva Medeiros |
| SO | Gabriel Hernandes de Oliveira Bogás |
| Sockets | Eduardo Silvestre Gonçalves |
| SQL | Max Pereira Ziller |
| Virtualização | Vitor Hugo Celio Machado |
| Web | Isaque dos Reis |
| Webservice | Wallyson Pedrosa Ferreira |
Pesquisa dos temas
Algoritmos
- Conceito:
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- Funcionamento:
- Descreva aqui o funcionamento, as técnicas e detalhes desta tecnologia
- Estado da Arte::
- Cite o estágio mais atual desta tecnologia, ou seja, exemplos de aplicações bem recentes
- Integrações:
- Informe aqui com que outras tecnologias esta depende ou interage
API
App
Arduino
- Conceito:
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Banco de Dados
- Conceito:
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- Referências:
- Informe aqui as fontes
Barramentos
BigData
- Conceito:
- Big Data é o termo utilizado para designar o gerenciamento do grande número de dados estruturados e não estruturados, integrando e gerenciando tais juntamente com dados convencionais. Seu grande diferencial é a possibilidade de cruzar esses diferentes tipos de dados para obter insights precisos de maneira eficiente. A partir desta tecnologia podemos saber o que: os usuários da rede estão pensando sobre tal coisa, suas satisfações e insatisfações sobre um determinado produto ou serviço; desejos e necessidade, ou seja, quando você entra em um site de compras como a Amazon, por exemplo, você busca um tipo de produto e isto se torna dados. Esses dados captados na rede serão cruzados com dados internos da empresa para criar insights, informações que dizem sobre o interesse do usuário para as mais diversas finalidades nos mais diversos setores.
- Um dos desdobramentos do Big Data é o Big Data Analytics, que refere-se aos softwares capazes de tratar essa grande quantidade de dados, facilitando a descoberta de certas oportunidades que estão além da compreensão humana.
- O Big Data também pode ser definido pelos seus 5 V's :
- Volume: Imensa quantidade de dados. São dados estruturados e não estruturados, de baixa densidade(por exemplo, fluxo de clicks, feed de dados em uma rede social) que serão convertidos em informações valiosas às empresas.
- Velocidade: O grande fluxo de dados que são recebidos e, se necessário, administrados. Muito importante em segmentos de IoT como de segurança e saúde, que necessitam de avaliações e ações em tempo real. No mercado digital, por exemplo, as aplicações buscam cruzar dados sobre as preferências pessoais do usuário e localização para gerar ofertas de marketing em tempo real para aquele único usuário.
- Variedade: Vários tipos de dados não estruturados. São dados como textos, áudio e vídeo que necessitam de um processamento adicional para que aquilo gere um significado para algo. Após tal processamento esses dados não estruturados passam a ter os mesmos requisitos que os dados funcionais.
- Valor: Todos os dados possuem seu valor, mesmo que esteja "escondido", porém sempre terá tal, que vai desde opinião do cliente até a situação de um hardware que está prestes a falhar. O valor de cada dado é obtido a partir de algoritmos e técnicas quantitativas e investigativas.
- Funcionamento:
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CanvAs
- Conceito:
- Explique aqui o que é a metodologia, para que serve
- Procedimentos:
- Descreva aqui o funcionamento, as técnicas e detalhes da metodologia
- Concorrentes:
- Cite outras metodologias com o mesmo propósito e que concorrem com ela
- Criadores:
- Informe quem criou, propôs ou idealizou esta metologia
Cloud Computing
CLP
Conectores
CPU
Criptografia
- Conceito:
- Explique aqui o que é esta tecnologia, para que serve e como pode ser usada
- Funcionamento:
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- Estado da Arte::
- Cite o estágio mais atual desta tecnologia, ou seja, exemplos de aplicações bem recentes
- Integrações:
- Informe aqui com que outras tecnologias esta depende ou interage
Data Mining
DMA
ERP
eXtreme Programming
- Conceito:
- Explique aqui o que é a metodologia, para que serve
- Procedimentos:
- Descreva aqui o funcionamento, as técnicas e detalhes da metodologia
- Concorrentes:
- Cite outras metodologias com o mesmo propósito e que concorrem com ela
- Criadores:
- Informe quem criou, propôs ou idealizou esta metologia
Firewall
Firmware
Frameworks
- Conceito:
- Framework, palavra em inglês para estrutura, é um conjunto de classes inter-relacionadas, códigos-fonte, funções, técnicas e metodologias que facilitam o desenvolvimento de softwares. Em outras palavras, framework é como se fosse uma "fonte" de onde se pode desenvolver algo mais específico e complexo. A utilização dos frameworks está diretamente relacionada à economia de tempo que o mesmo providencia, já que o usuário não precisaria começar tudo do zero.
- Operação:
- Benchmarking:
- Desenvolvedores:
IA
- Conceito:
- Explique aqui o que é esta tecnologia, para que serve e como pode ser usada
- Funcionamento:
- Descreva aqui o funcionamento, as técnicas e detalhes desta tecnologia
- Estado da Arte::
- Cite o estágio mais atual desta tecnologia, ou seja, exemplos de aplicações bem recentes
- Integrações:
- Informe aqui com que outras tecnologias esta depende ou interage
- Referências:
IDE
- Conceito:
- IDE, do inglês, Integrated Development Environment, é definido como um ambiente de desenvolvimento integrado que reúne editor, compilador e depurador em um único software, com o objetivo de tornar o processo de codificação mais eficiente e produtivo.
- Operação:
- Descreva aqui como funciona a operação deste sistema
- Benchmarking:
- Cite alguns sistemas que fazem o mesmo ou próximo do que este faz
- Desenvolvedores:
- Informe que empresa, profissional ou instituição comercializa ou disponibiliza este software
Integração Contínua
- Conceito:
- Integração contínua consiste em uma prática de desenvolvimento que permite a disponibilização de uma interface a qual possui um código-fonte central, possibilitando adicionar novas partes ou alterações de algum código já integrado. Essa técnica visa a rapidez para disponibilização/atualização do software e simplifica a comunicação entre a equipe de desenvolvimento que não precisa estar no mesmo lugar para colaborar o projeto, além de facilitar a detecção e correção de bugs do conjunto.
- Funcionamento:
- O código-fonte(central) é disponibilizado em um ambiente onde permite a integração de novas partes de código para complementar a central e, durante o processo de adição, a central é capaz de testar se o código-fonte em conjunto ao código adicionado são compatíveis. Dependendo do ambiente, é possível parametrizar requisitos para a validação da nova adição.
- Estado da Arte:
- Existem serviços(centrais) pagos, exemplo: Amazon CodeBuild e GitHub; e serviços gratuitos opensource: TortoiseCVS e Apache Subversion. Os serviços gratuitos possuem a característica de serem OpenSource, permitindo que a ferramenta de repositório(central) seja evoluída assim como o projeto que utiliza a ferramente.
- Integrações:
- A integração contínua precisa de um repositório central que será hospedado em um ambiente que permite acesso de qualquer lugar de forma segura, logo será necessário internet e proteção para a conexão e compartilhamento de arquivos. O repositório central deve estar dotado de um controle de alterações, sistema de rollback(ponto de restauração) e automatização de testes.
- Referências:
Inteligência Cognitiva
IoT
- Conceito:
- "Internet das Coisas é um conceito em que o real e o virtual se conectam para criar um mundo mais inteligente em diferentes segmentos da sociedade." Renata Rampim.
- A Internet of Things (IoT) ou Internet das Coisas é simplesmente conectar coisas na Internet, por ex. dispositivos, carros, prédios, uma casa, etc, utilizando hardwares com sensores e softwares, conectados numa rede na Internet, coletando e processando esses dados.
- A IoT permite que objetos coletem dados e enviem para uma central e que sejam controlados remotamente pela Internet. Criando, assim, oportunidades entre o mundo físico e o digital.
- Portanto, isso resulta em melhoria de eficiência e precisão de objetos, com impacto na economia, como economizar tempo e dinheiro usando IoT.
- Funcionamento:
- Precisa-se apenas de um hardware e um software, alguns casos são simples, outros mais complexos. O hardware que é a parte física, por ex. um Arduino, um Raspberry Pi, ou hardware proprietário. Já a parte de software que é a programação, em geral é usado C, C++ e Python.
- É conectado alguns sensores no hardware, programa a leitura desses sensores para acionar algum botão e/ou motor, em seguida, esses dados são enviados a um servidor central e processados.
- Estado da Arte:
- Atualmente, estão surgindo muitos outros produtos de IoT em uma escala comercial, acessível a quase todos, por ex. o Nest, que foi comprado pelo Google, é um termostato inteligente que controla temperatura de ambientes, muito popular na América do Norte. O principal diferencial do Nest é um sensor de temperatura conectado a uma inteligência artificial, que lê a temperatura do ambiente e conforme regulado no uso do dia a dia, começa a configurar-se automaticamente.
- Outro exemplo, é o Philips Hue que são lâmpadas Leds coloridas, colocadas num soquete normal de lâmpada e interligado a um Hub conectado à Internet, e a um App no smartphone consegue configurar a luz de toda a casa.
- E também, tem os SmartThings, que transforma a casa em Smart Home, permite controlar remotamente objetos de toda casa, conectados e centralizados por um aplicativo de celular. Através de um Hub conectado à Internet e a todos os dispositivos nele, por ex. Philips Hue, fechadura digital, lâmpada, controlador de temperatura, sensor de presença, sensor de movimento, etc.
- Atualmente, estão surgindo muitos outros produtos de IoT em uma escala comercial, acessível a quase todos, por ex. o Nest, que foi comprado pelo Google, é um termostato inteligente que controla temperatura de ambientes, muito popular na América do Norte. O principal diferencial do Nest é um sensor de temperatura conectado a uma inteligência artificial, que lê a temperatura do ambiente e conforme regulado no uso do dia a dia, começa a configurar-se automaticamente.
- Integrações:
- Inteligência Artificial, Machine Learning, Linguagens de Programação, Redes, Arduino, etc.
- “Se você acha que a internet mudou a sua vida, pense novamente. A Internet das coisas está prestes a mudar tudo de novo!” — Brendan O’Brien, cofundador, Aria Systems
- Referências
- https://nest.com/thermostats/nest-learning-thermostat/overview/
- https://www2.meethue.com/pt-br
- https://www.smartthings.com/
- https://create.arduino.cc/projecthub/projects/tags/iot
- https://docs.aws.amazon.com/pt_br/iot/latest/developerguide/iot-sdk-setup.html
- https://www.amazon.com.br/Internet-das-Coisas-Sem-Mist%C3%A9rios-ebook/dp/B01LWKBDGS
- https://www.youtube.com/watch?v=-EA9UBEahDY
IPSec
- Conceito:
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Linguagens de Programação
- Conceito:
- Explique aqui o que é esta tecnologia, para que serve e como pode ser usada
- Funcionamento:
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Machine Learning
- Conceito:
- Explique aqui o que é esta tecnologia, para que serve e como pode ser usada
- Funcionamento:
- Descreva aqui o funcionamento, as técnicas e detalhes desta tecnologia
- Estado da Arte::
- Cite o estágio mais atual desta tecnologia, ou seja, exemplos de aplicações bem recentes
- Integrações:
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Memória RAM
- Conceito:
- Explique aqui o que é esta tecnologia, para que serve e como pode ser usada
- Funcionamento:
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Modelo Estruturado
Modelo Orientado a Objeto
- Conceito:
- O Modelo Orientado a Objetos é um paradigma de programação que busca aproximar o mundo real do virtual, para isso é usado o objeto, uma vez que o nosso mundo é composto de objetos. Os objetos se assemelham bastante ao conceito de objeto que temos no mundo real, possuindo atributos (características) e sendo capazes de executarem métodos (ações), o conceito de objetos será melhor abordado na secção "Funcionamento", logo após essa. As linguagens Orientadas a Objetos (baseadas no paradigma Orientado a Objetos) atuam como ferramentas para o desenvolvimento de softwares, esses que são utilizados nos mais diversos aparelhos, como computadores, smartphones, aparelhos domésticos, servidores e diversos outros. A Oracle, proprietária do Java (uma linguagem de programação Orientada a Objetos), afirma que mais de 3 bilhões de aparelhos utilizam Java, o que da uma boa dimensão do quanto o Modelo Orientado a Objetos esta difuso no mundo atual.
- Funcionamento:
- Descreva aqui o funcionamento, as técnicas e detalhes desta tecnologia
- Estado da Arte::
- Cite o estágio mais atual desta tecnologia, ou seja, exemplos de aplicações bem recentes
- Integrações:
- Informe aqui com que outras tecnologias esta depende ou interage
- Fontes:
- https://pt.wikipedia.org/wiki/Orienta%C3%A7%C3%A3o_a_objetos
- https://www.hardware.com.br/artigos/programacao-orientada-objetos/
- https://www.youtube.com/watch?v=qWpGxnMtog4&list=PLfCKf0-awunOu2WyLe2pSD2fXUo795xRe&index=59 (O vídeo é voltado para python, mas traz conceitos fundamentais para o entendimento da orientação a objetos)
- http://javarevisited.blogspot.com.br/2014/12/where-does-java-used-in-real-world.html
Modem
NoSQL
Plataformas
- Conceito:
- No mundo da computação, o conceito de Plataforma consiste em um ambiente capaz de prover infraestrutura, ferramentas, bibliotecas entre outros recursos a fim de suportar aplicações e outros serviços. As Plataformas podem se diferir de acordo com a finalidade à qual elas serão empregadas, dentre estas, podemos considerar plataformas que são responsáveis por prover um ambiente para a implantação de aplicações, fornecendo assim recursos e serviços para que estas aplicações sejam suportadas e possam ser colocadas em produção. Também podemos levar em conta plataformas que forneçam recursos para o desenvolvimento de aplicações, dentro deste conceito é possível notarmos a diferença entre uma Plataforma e um Framework, onde a principal diferença é que o Framework fornece apenas recursos de software para o desenvolvimento de aplicações, enquanto a plataforma também oferece recursos de Hardware, sendo assim é possível criar ambientes de testes e homologação dentro de uma plataforma a fim de simular situações reais.
- Funcionamento:
- O funcionamento de uma plataforma é descrito basicamente de um conjunto de softwares que interligam com uma infraestrutura e podem ser configurados de acordo com protocolos e padrões adotados pela empresa que irá utilizar o recurso. Podemos evidenciar o protocolo SOAP que é muito utilizado quando falamos de plataformas, uma vez que ele é destinado a ambientes distribuídos. Além do SOAP existem outros protocolos que são utilizados de acordo com a complexidade do produto final que se espera inserir em uma plataforma, dentre estes padrões, podemos evidenciar o REST e JSON.
- Estado da Arte::
- Quando pensamos no conceito de Plataformas é inevitável que se leve em consideração os custos para se obter um ambientes que agrega tanto uma infraestrutura quanto um conjunto de softwares para prover serviços específicos. Em vista disso, novas tecnologias são criadas a fim de contemplar o conceito de Plataformas e uma delas são as Clouds. Com a utilização de Clouds é possível criar ambientes munidos de recursos de Hardware e Software de maneira muito mais barata e sem a necessidade de se preocupar com a alocação física de tais recursos. Quando uma Plataforma criada em cloud é disponibilizada para comercialização nos deparamos com o surgimento de um novo conceito dentro da computação, sendo este o conceito de PAAS (Platform as a Service).
- Integrações:
- Uma Plataforma pode ser interligada com diversas tecnologias, podemos evidenciar alguns exemplos como: Clouds, Protocolos de rede, IOT, Bancos de dados, etc.Basicamente uma Plataforma pode acabar por englobar quase todos os conceitos da computação, pois, de acordo com a finalidade que a mesma terá, ela irá abordar tecnologias dos mais variados tipos.
Portas
- Conceito:
- Porta pode ser compreendido de três maneiras, uma de forma física (hardware), de forma lógica (dispositivos eletrônicos) ou em rede de computadores (software) que será abordado no texto. As portas no conceito de rede de computadores (software) tem como principal função o ponto final de uma transmissão de dados. O maior propósito é identificar o tipo de aplicação e processo no computador, fazendo que todos os dados que estão "entrando" em um desktop funcionem sem conflito, por exemplo, um programa de e-mail, um navegador, downloads via bittorrent e outros programas que geram informações. Hoje existem mais de 65000 portas, e uma das portas mais conhecida é a porta 80 que é a http, ou seja, paginas de internet, é por essa porta que "entram" as informações da Internet. É importante entender também que as portas estão diretamente ligadas ao IP da máquina, as informações chegam na máquina através do IP mas só são devidamente entregues em seus "pontos finais" em virtude das portas. Abaixo segue um LINK com um pouco mais de informação a respeito do assunto.
LINK: https://www.youtube.com/watch?v=h70939yYgXM&t=1s
- Funcionamento:
- As portas possuem um número associado a um tipo de aplicação que quando adicionado ao IP, determina a aplicação que funciona em determinada máquina. Resumidamente, é possível chegar informações em uma determinada máquina através do IP dela, mas essas informações só conseguem ser corretamente direcionadas em suas devidas aplicações através das portas. Por exemplo, supondo uma máquina que após a conexão com a internet gerou um IP 200.130.20.8, todas as informações vão chegar na máquina através desse IP, porém, se não fosse a função das portas todas essas informações estariam completamente bagunçadas. Imaginando uma informação que chegou pelo google chrome, a porta que foi responsável por aquele tipo de informação (porta 80) agiu naquele dado e enviou para a aplicação correta. A porta sempre fica após o IP, no caso dessa informação ficaria: 200.130.20.8:80. Existem várias analogias a esse tipo de processo, um dos que chamam a atenção é a seguinte analogia: Imaginemos um funcionário em um prédio com vários andares e apartamentos, esse funcionário tem a função de entregar as correspondências para os moradores daquele prédio. As correspondências chegam na mão do funcionário, para isso, o correio deve possuir o endereço do prédio, o CEP, o número, cidade, bairro, enfim, uma variedade de informações (isso seria o IP da máquina), chegando as correspondências na mão do funcionário agora ele tem o dever de entregar cada correspondência em seu devido apartamento, isso só sera possível se ele tiver o nome de cada correspondência ligado ao apartamento (isso seria a porta), com o nome da pessoal da correspondência e o apartamento ele pode entregar para a pessoa a correspondência dela.
- Estado da Arte::
- Esse tipo de software pode ser considerado padrão em computadores, sendo difícil de se tratar sobre alguma função que evoluiu ou anda evoluindo em relação as portas. Portanto, não tratarei sobre o estado da arte em relação as portas.
- Integrações:
- Como dito anteriormente, as portas estão completamente ligadas ao valor do IP (Internet Protocol ou Protocolo da Internet), sem o valor do IP não existira função para as portas, pois as informações nem chegariam na máquina. Um diagrama que podemos adotar seria:
Máquina -> Internet -> IP -> Informações -> Porta -> Aplicação
Protocolos
PWA
RA
- Conceito:
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- Funcionamento:
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- Integrações:
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Raspberry
- Conceito:
- O Raspberry Pi é basicamente um micro-computador, que pode ser conectado, assim como um computador, a um monitor/TV, junto de periféricos, e utilizado da forma que o usuário quiser. Muito utilizada para aqueles que querem possuir uma Smart-TV, porem não querem adquirir a mesma. Neste caso, é comum a utilização de um Raspberry ou algum variante do mesmo.
- Ele é pequeno, fácil de usar e possui diversas funcionalidades. Alem disso, também existem vários projetos variados que utilizam essa tecnologia, como os ligados à robótica e automação por exemplo.
- Funcionamento:
- A estrutura do Raspberry é muito similar a de um computador, com Chip, CPU, Memória Ram, GPU, Wireless e Bluetooth. Apenas ligando em uma fonte de energia e os periféricos básicos, ele já vem integrado com um S.O. próprio chamado Raspbian, baseado em Debian (Linux).
- A partir disso, é possível criar ilimitadas possibilidades de sua utilização, desde a transformação de uma TV em Smart-TV, até incríveis automações.
- Estado da Arte::
- A última versão do Raspberry, é o Raspberry Pi 3 lançado no dia 29 de fevereiro de 2016. Este é o primeiro modelo que utiliza um Chip Broadcom BCM2837 que contem um processador 1.2GHz 64-bit quad-core ARMv8 CPU, 1 GB de RAM e Bluetooth 4.1.
- Atualmente o Raspberry possui seu sistema operacional oficial, chamado Raspbian, entretanto este também é compatível com sistemas operativos baseados em GNU/Linux e Windows 10 IoT versão gratuita e adaptada para IoT.
- A partir deste ultimo modelo, ainda são criadas inúmeras variedades de utilização da tecnologia, como robôs e ate mesmo video-games, como por exemplo, a versão miniatura do Nintendo 64.
- Integrações:
- O Raspberry possui relação com o famoso Arduino, sendo também muito utilizado na área da robótica. Entretanto, o Raspberry tenta ser bem mais moderno, com suas pré-instaladas portas de acesso USB, saídas de vídeo e entre várias, isso porque ele tenta ser um computador pessoal barato e simples, diferente do Arduino. Porem eles possuem uma grande relação, o Raspberry teve suas raízes no mesmo microcontrolador que o Arduino utiliza, o ATmega.
Redes de Computadores
- Conceito:
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Redes Neurais
- Conceito:
- Explique aqui o que é esta tecnologia, para que serve e como pode ser usada
- Funcionamento:
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Roteador
Satélite
Scrum
Sistema embarcado
- Conceito:
Um sistema embarcado é um sistema no qual o computador é exclusivamente dedicado ao dispositivo ou sistema que ele controla. Diferentemente dos computadores convencionais , um sistema embarcado realiza tarefas predefinidas , com requisitos específicos, assim através da engenharia é possível otimizar um projeto, reduzindo custos , tamanho , entre outros.
Portanto, sistemas embarcados são desenvolvidos para realizar uma tarefa unica, específica para uma determinada situação ou processo. O software escrito para sistemas embarcados é muitas vezes chamado firmware, e armazenado em uma memória ROM ou memória flash ao invés de um disco rígido. Por vezes o sistema também é executado com recursos computacionais limitados: sem teclado, sem tela e com pouca memória. Todos estes fatores também podem ser traduzidos em custo reduzido.
- Funcionamento:
Existem dois modos de funcionamento do sistema embarcado , que por sua vez são determinantes para saber como programar e como será o comportamento na aplicação para o qual foi desenhado.
Reativo: o funcionamento se dá como resposta a eventos externos, que podem ser periódicos (caso de sistemas rotacionais ou de controles de loop) ou assíncronos (pressionamento de um botão por parte do usuário).Existe uma necessidade de entrada de dados para que aconteçam as ações de funcionamento.
Controle em tempo real: existem limites de tempo para executar cada tarefa (leitura de sensor, emissão de sinais para um atuador, atualização de display, etc.). Por isso mesmo, nem sempre tempo real é igual ao modo mais rápido de executar uma tarefa. Estes modo de operação, por serem cíclicos, não dependem da entrada se sinais para executar as atividades, sendo capaz de tomar decisões referentes a ausência dos mesmo.
- Estado da Arte:
Exemplo de aplicações: Computadores de bordo automotivos, Smartphones , Sistemas de controle de acesso biométrico, Controle de temperatura de ar-condicionado, Impressoras, Equipamentos de rede, Equipamentos portáteis de medição, Sistemas de monitoramento médico. A evolução mais recente é o desenvolvimento de aplicações embarcadas para chip. Uma evolução ainda mais poderosa deste conceito é o PSoC (Programmable System on Chip), um microcontrolador fabricado pela Cypress. um CI que estará customizado para uma determinada aplicação. Pode ser dizer que cada usuário será capaz de montar seu sistema embarcado, com as características necessárias ao seu projeto.
- Integrações:
Os sistemas Embarcados dependem do quão avançada está a tecnologia, pois o tamanho e peso são fatores decisivos na competitividade do produto. Além disso, durante o desenvolvimento de um sistema embarcado é necessária a análise do ambiente ao qual o sistema ficará exposto, ou seja , a robustez do equipamento interfere diretamente em seu desempenho.
SO
- Conceito:
- Explique aqui o que é esta tecnologia, para que serve e como pode ser usada
- Funcionamento:
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Sockets
SQL
- Conceito:
- SQL é a sigla para Structured Query Language, ou, em português, Linguagem de Consulta Estruturada. Suas utilizações incluem consulta selecionada e modificações (como deleção, inclusão ou atualização) de dados, principalmente em Bancos de Dados estruturais.
- Funcionamento:
- SQL oferece grande flexibilidade ao usuário na manipulação de bancos de dados. Normalmente é executado através de uma interface que permite inserção de linha de comando, a qual utiliza cláusulas pré-determinadas para execução de suas ações. As cláusulas básicas de suas ações são SELECT para consulta, UPDATE para atualização, DELETE para exclusão e INSERT para inclusão de dados.
- Cada uma das cláusulas possui as suas normas de sintaxe para seleção de quais tabelas terão seus dados atualizados, quais campos dessas tabelas serão selecionados e há, inclusive, possibilidade de utilização de ordenação específica dos dados.
- Estado da Arte:
- Devido à grande popularização de sua utilização, em 1986 foi necessária padronização pela International Organization for Standardization (ISO) e o American National Standards Institute (ANSI). Desde então, 8 revisões dessa padronização já foram feitas por esses órgãos, realizadas a intervalos médios de aproximadamente 4 anos, sendo a mais atual a SQL:2016.
- Integrações:
- Para utilização do SQL é necessário um Sistema de Gerenciamento de Banco de Dados (SGBD), com os quais é possível integrar os Bancos de Dados a sistemas dos mais diversos como Java, Web, dentre outros, organizando sistemas de forma multi-camadas para manipulação de grandes quantidades de informação.
Virtualização
Web
(esboço)
Tecnologia
- Conceito:
- Explique aqui o que é esta tecnologia, para que serve e como pode ser usada
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- Cite o estágio mais atual desta tecnologia, ou seja, exemplos de aplicações bem recentes
- Integrações:
- Informe aqui com que outras tecnologias esta depende ou interage
Webservice
- Conceito:
- É uma solução que permite a integração de sistemas e comunicação entre aplicações, possibilitando que novas aplicações consigam "conversar" de forma compatível com sistemas existentes e que foram desenvolvidos em plataformas diferentes.
- Para as empresas o Web Service pode trazer agilidade para os processos e eficiência na comunicação entre cadeias de produção. Toda e qualquer comunicação entre sistemas passa a ser dinâmica, rápida e segura, pois não há intervenção humana.
- Funcionamento:
- O Web Service faz com que os recursos da aplicação estejam disponiveis sobre a rede de forma normalizada. Em outras palavras o Web Service permite a chamada de tarefas simples ou complexas mesmo que as duas aplicações estejam em diferentes sistemas e escritas em linguagens diferentes.