Etiqueta: visualeditor |
Etiqueta: visualeditor |
||
| Linha 12: | Linha 12: | ||
Esquema_BRAS.jpeg | Esquema_BRAS.jpeg | ||
</gallery>O BRAS é o ponto de extremidade lógico das sessões PPP. Estes podem ser PPP sobre Ethernet ([[PPOE|PPPoE]]) ou PPP sobre ATM (PPPoA). O BRAS é, portanto, responsável por atribuir parâmetros de sessão, como endereços [[Protocolos IP|IP]]. Portanto, ele está conectado para trás a um Sistema de Authentication, Authorization, Accounting (AAA). Como é um roteador, o BRAS é o primeiro salto visível entre o cliente e a Internet. | </gallery>O BRAS é o ponto de extremidade lógico das sessões PPP. Estes podem ser PPP sobre Ethernet ([[PPOE|PPPoE]]) ou PPP sobre ATM (PPPoA). O BRAS é, portanto, responsável por atribuir parâmetros de sessão, como endereços [[Protocolos IP|IP]]. Portanto, ele está conectado para trás a um Sistema de Authentication, Authorization, Accounting (AAA). Como é um roteador, o BRAS é o primeiro salto visível entre o cliente e a Internet. | ||
== Utilização BRAS == | |||
Considere a implementação de uma arquitetura VLAN, um modelo centralizado. Nela, o ponto de consolidação de todo o tráfego de assinantes é o dispositivo BRAS. | |||
No entanto, ao considerar esse modelo, surge a questão de como encerrar todos os assinantes na rede em um dispositivo, se apenas 12 bits forem alocados ao número da VLAN de acordo com o padrão IEEE 802.1q (valores máximos de 4096). Nesse caso, com um grande número de assinantes, a solução é usar a tecnologia de marcação dupla (Q-in-Q) e terminá-la no BRAS. | |||
As vantagens de um modelo centralizado também podem ser atribuídas a um único ponto de controle para o tráfego local. Isso permite que você gerencie de forma flexível a qualidade do serviço e a largura de banda para cada assinante. A principal desvantagem é a necessidade de uma produtividade e, como consequência, um BRAS bastante caro. | |||
A próxima opção é um modelo descentralizado de compromisso que fornece o processamento do tráfego da Internet para o BRAS e a troca de tráfego local é realizada em switches Layer3. Assim, é possível reduzir os requisitos de carga e desempenho do BRAS. | |||
Mas quais são as principais vantagens de um modelo descentralizado? | |||
Bom, em um modelo descentralizado, os pontos de controle de agregação local são agora switches de agregação, cujo número é muito menor em comparação aos os switches de acesso na rede sendo eles são mais uniformes em termos de modelos de hardware. Assim, o tráfego local agora não é processado pelo BRAS. | |||
Desvantagens do modelo descentralizado: | |||
* A limitação é de 4096 VLANs por troca de agregação; | |||
* Uso ineficiente do espaço de endereços; | |||
* A necessidade de configurar manualmente um grande número de interfaces de VLAN em switches de agregação; | |||
* Configuração individual em cada switch de acesso. | |||
Apesar das deficiências, é este modelo que se tornou generalizado entre os operadores de Ethernet, principalmente devido à melhor capacidade de gerenciamento da rede em comparação com a arquitetura com uma VLAN comum, bem como a redução da carga no BRAS, trocando tráfego local não impurível através de switches de agregação. | |||
== Referências == | == Referências == | ||
https://www.linkedin.com/pulse/broadband-connection-ii-digital-subscriber-line-dsl-osideko | https://www.linkedin.com/pulse/broadband-connection-ii-digital-subscriber-line-dsl-osideko | ||
https://www.cisco.com/c/en/us/td/docs/ios-xml/ios/lanswitch/configuration/12-4t/lsw-12-4t-book/lsw-vlan-cfg-rtg.html | |||
http://rcohen.cs.technion.ac.il/PAPERS/access-vpn.pdf | |||
https://www.google.com/patents/US6396839 | |||
https://www.google.com/patents/US6363057 | |||
Edição das 16h30min de 31 de outubro de 2017
Conceito Geral
O Broadband Remote Access Server (BRAS) ou PoP de banda larga (Point of Presence) referem-se a elementos de redes de banda larga como DSL e UMTS. Eles fazem parte da rede de um Provedor de Serviços de Internet (ISP) e alimentam o tráfego das conexões do usuário final na rede backbone - parte da rede que interconecta várias outras partes da rede, provendo um caminho para a troca de informação entre diferentes LANs ou subredes. Os BRAS também são chamados de Gateway de Rede de Banda Larga (BNG).
As tarefas de um BRAS incluem:
- Agregação de tráfego dos pontos de acesso (principalmente DSLAMs).
- Terminação de sessões PPP ou IP sobre ATM . Um BRAS pode agendar cerca de 50,000 sessões PPPoE simultâneas.
- Execução de garantias e limitações sob Qualidade de Serviço.
Nas redes DSL, os DSLAMs coletam o tráfego de dados dos assinantes conectados
localmente e reencaminham-os através de uma rede ATM ou IP (a chamada rede concentrada ou rede de concentração) para o BRAS, que neste caso também atua como um DSL Access Concentrator (DSL-AC).
O BRAS é o ponto de extremidade lógico das sessões PPP. Estes podem ser PPP sobre Ethernet (PPPoE) ou PPP sobre ATM (PPPoA). O BRAS é, portanto, responsável por atribuir parâmetros de sessão, como endereços IP. Portanto, ele está conectado para trás a um Sistema de Authentication, Authorization, Accounting (AAA). Como é um roteador, o BRAS é o primeiro salto visível entre o cliente e a Internet.
Utilização BRAS
Considere a implementação de uma arquitetura VLAN, um modelo centralizado. Nela, o ponto de consolidação de todo o tráfego de assinantes é o dispositivo BRAS.
No entanto, ao considerar esse modelo, surge a questão de como encerrar todos os assinantes na rede em um dispositivo, se apenas 12 bits forem alocados ao número da VLAN de acordo com o padrão IEEE 802.1q (valores máximos de 4096). Nesse caso, com um grande número de assinantes, a solução é usar a tecnologia de marcação dupla (Q-in-Q) e terminá-la no BRAS.
As vantagens de um modelo centralizado também podem ser atribuídas a um único ponto de controle para o tráfego local. Isso permite que você gerencie de forma flexível a qualidade do serviço e a largura de banda para cada assinante. A principal desvantagem é a necessidade de uma produtividade e, como consequência, um BRAS bastante caro.
A próxima opção é um modelo descentralizado de compromisso que fornece o processamento do tráfego da Internet para o BRAS e a troca de tráfego local é realizada em switches Layer3. Assim, é possível reduzir os requisitos de carga e desempenho do BRAS.
Mas quais são as principais vantagens de um modelo descentralizado?
Bom, em um modelo descentralizado, os pontos de controle de agregação local são agora switches de agregação, cujo número é muito menor em comparação aos os switches de acesso na rede sendo eles são mais uniformes em termos de modelos de hardware. Assim, o tráfego local agora não é processado pelo BRAS.
Desvantagens do modelo descentralizado:
- A limitação é de 4096 VLANs por troca de agregação;
- Uso ineficiente do espaço de endereços;
- A necessidade de configurar manualmente um grande número de interfaces de VLAN em switches de agregação;
- Configuração individual em cada switch de acesso.
Apesar das deficiências, é este modelo que se tornou generalizado entre os operadores de Ethernet, principalmente devido à melhor capacidade de gerenciamento da rede em comparação com a arquitetura com uma VLAN comum, bem como a redução da carga no BRAS, trocando tráfego local não impurível através de switches de agregação.
Referências
https://www.linkedin.com/pulse/broadband-connection-ii-digital-subscriber-line-dsl-osideko
http://rcohen.cs.technion.ac.il/PAPERS/access-vpn.pdf