Sem resumo de edição
Sem resumo de edição
Linha 4: Linha 4:


Basicamente, a Internet das coisas é formada por três etapas:
Basicamente, a Internet das coisas é formada por três etapas:
• Identificação: o sistema precisa registrar os dados de cada aparelho para conectá-los à Internet. Essa identificação acontece por rádio frequência (RFID).
• Identificação: o sistema precisa registrar os dados de cada aparelho para conectá-los à Internet. Essa identificação acontece por rádio frequência (RFID).



Edição das 18h45min de 13 de junho de 2013

Internet of Things ou "Internet das Coisas"

Quando se fala em internet já se vem à cabeça redes sociais, informações, e acesso livre entre pessoas. Mas não podemos mais ter esse pensamento um pouco retrogrado, visto em conta a não tão nova tecnologia desenvolvida pelo pelo MIT Auto-ID Laboratory (Instituto de Tecnologia de Massachusetts). Cujo o objetivo desde o início, foi criar um sistema global de registro de bens usando um numero singular de sistemas chamado Electronic Product Code.

Basicamente, a Internet das coisas é formada por três etapas:

• Identificação: o sistema precisa registrar os dados de cada aparelho para conectá-los à Internet. Essa identificação acontece por rádio frequência (RFID).

• Sensores: o sistema detecta mudanças na qualidade física dos objetos

• Miniaturização e Nanotecnologia: pequenos objetos com a capacidade de interagir e se conectar à grande rede.

Assim, com os benefícios da informação integrada, os produtos industriais e os objectos de uso diário poderão vir a ter identidades electrónicas ou poderão ser equipados com sensores que detectam mudanças físicas à sua volta. A tecnologia RFID que usa frequências de rádio para identificar os produtos é vista como potenciadora da Internet das Coisas. Embora algumas vezes identificada como a sucessora dos códigos de barras os sistemas RFID oferecem para além da identificação de objectos informações importantes sobre o seu estado e localização.

Algumas marcas já usam a Internet das Coisas para se manter na lembrança de seus consumidores. É o caso da água Bonafont que criou ageladeira que twitta quando o usuário abre o eletrodoméstico para beber água. Segundo o vídeo da Bonafont sobre a geladeira, “Bebemos menos água do que deveríamos. A razão é muito simples: ninguém se lembra de beber água. Principalmente durante o expediente de trabalho.”Segundo o vídeo da Bonafont sobre a geladeira, “Bebemos menos água do que deveríamos. A ideia da empresa é que os usuários do Twitter se lembrem de beber água ao ver as publicações, ficando cientes do consumo mínimo recomendado e passem a consumir mais água.

Configurar "as coisas" para conectá-las à internet é uma tarefa complexa, objetivo dos pesquisadores é criar uma conexão de sensores homogênea, independentemente da sua tecnologia sem fio, seja Bluetooth, Wi-Fi, WiMAX, ou ZigBee. Uma das tecnologias sendo avaliadas é o Mote Runner, que cria um ambiente de desenvolvimento e de interligação que roda em uma ampla gama de hardwares e sistemas operacionais.

Finalmente, uma internet das coisas aberta inevitavelmente levanta questões de segurança e privacidade. Os pesquisadores estão trabalhando no desenvolvimento de tecnologias de segurança que ajudem a evitar o uso de dados armazenados sem autorização e que impeçam a identificação dos indivíduos através do rastreamento de seus sensores.






Bibliografia

[1] [2] [3]