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De uma forma geral, essa metodologia de trabalho se faz necessária para um melhor desenvolvimento dos sistemas, mas existem alguns pontos importantes para serem observados para que a mesma não seja trabalhada de uma forma errônea. A primeira coisa a ser feita é uma avaliação da empresa, fazendo com que a mesma reconheça ser útil trabalhar com SOA, é de suma importância fazer um planejamento detalhado a partir do momento de aceite da empresa, a partir daí realizar a implantação dessa metodologia e paralelamente a isso preparar a empresa para a mudança e por último trabalhar a capacitação das pessoas envolvidas no processo.<br><br> | De uma forma geral, essa metodologia de trabalho se faz necessária para um melhor desenvolvimento dos sistemas, mas existem alguns pontos importantes para serem observados para que a mesma não seja trabalhada de uma forma errônea. A primeira coisa a ser feita é uma avaliação da empresa, fazendo com que a mesma reconheça ser útil trabalhar com SOA, é de suma importância fazer um planejamento detalhado a partir do momento de aceite da empresa, a partir daí realizar a implantação dessa metodologia e paralelamente a isso preparar a empresa para a mudança e por último trabalhar a capacitação das pessoas envolvidas no processo.<br><br> | ||
= Projeto ou trabalhos anteriores que abordam o mesmo tema = | |||
[http://nrlweb.cs.ucla.edu/publication/download/506/08-C-VeT_the_UCLA_Vehicular_Testbed-_An_Open_Platform_for_Vehicular_Networking_and_Urban_Sensing.pdf] | |||
C-VeT, the UCLA Vehicular Testbed: An Open Platform for Vehicular Networking and Urban Sensing [Uma plataforma aberta para Rede Veicular e Sensoriamento Urbanos] | |||
Paolo Lutterotti3, Giovanni Pau1, Daniel Jiang2, Mario Gerla2, Luca Delgrossi2 | |||
1 - Computer Science Department, UCLA, CA, USA | |||
2 - Daimler Research Center, Palo Alto, CA, USA | |||
3 - Istituto Superiore Mario Boella, Torino, Italy | |||
[http://www.cs.ucla.edu/~gpau/Giovanni_Paus_Home_Page/Publications_files/C052-EWSN-CVET.pdf] | |||
C-VET THE UCLA CAMPUS VEHICULAR TESTBED: INTEGRATION OF VANET AND MESH NETWORKS | |||
Matteo Cesana1, Luigi Fratta1, Mario Gerla2, Eugenio Giordano2 and Giovanni Pau2 | |||
1 - Dipartimento di Elettronica e Informazione, Politecnico di Milano, Italy | |||
email: fcesanajfrattag@elet.polimi.it | |||
2 - Computer Science Department, University of California Los Angeles, USA | |||
email: fgerlajgiordanojgpaug@cs.ucla.edu | |||
[http://www.gta.ufrj.br/ftp/gta/TechReports/ACC09.pdf] | |||
Redes Veiculares: Princípios, Aplicações e Desafios | |||
Rafael dos S. Alves1, Igor do V. Campbell1, Rodrigo de S. Couto1,Miguel Elias M. Campista1, Igor M. Moraes1, Marcelo G. Rubinstein2,Luís Henrique M. K. Costa1, Otto Carlos M. B. Duarte1 e Michel Abdalla3 | |||
1 - GTA/PEE/COPPE - UFRJ - Rio de Janeiro, Brasil | |||
2 - PEL/DETEL/FEN - UERJ - Rio de Janeiro, Brasil | |||
3 - Crypto Team - École Normale Supérieure & CNRS - Paris, França | |||
[http://sbrc2007.ufpa.br/anais/2007/MC%20-%2002.pdf] | |||
Redes Mesh: Mobilidade, Qualidade de Serviço e Comunicação em Grupo | |||
Antônio Jorge Gomes Abelém1, Célio Vinicius Neves Albuquerque2, Débora Christina Muchaluat Saade3, Elisangela Santana Aguiar4, Jairo Lino Duarte2, José Eduardo Mendonça da Fonseca3 e Luiz Claudio Schara Magalhães3 | |||
1 - Departamento de Informática, Universidade Federal do Pará (DI/UFP) | |||
2 - Instituto de Computação, Universidade Federal Fluminense (IC/UFF) | |||
3 - Departamento de Engenharia de Telecomunicações, Universidade Federal Fluminense (TET/UFF) | |||
4 - Programa de Pós-Graduação em Engenharia Elétrica, Universidade Federal do Pará (PPGEE/UFPA) | |||
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= Referências = | = Referências = | ||
Edição das 13h47min de 4 de maio de 2012
Definição
Arquitetura: é a forma de planejar a disponibilidade de suas funcionalidades através de serviços proporcionando o reuso das mesmas por diferentes aplicações e com total interoperabilidade sem precisarem ser reescritos, garantindo que o serviços sejam fracamente acoplados e altamente coesos.
Serviços: é um tipo específico de bem sem existência física que pode ser consumido na hora em que está sendo produzido, trabalhando em paralelo com um produto, pode ser em forma de alguma ação tomada ou em forma de algum processo executado.
Benefícios:
-> Otimização no ambiente de software
-> Agilidade na entrega e atualização dos programas
-> Organização das soluções que promovem o reuso
-> Redução de custos com integração contínua
Introdução
Com o crescimento desordenado de aplicativos em ambientes corporativos num curto espaço de tempo, criou-se uma espécie de colcha de retalhos, onde os componentes eram desenvolvidos sem um planejamento mais detalhado da solução, fazendo com que o mesmo possui-se um alto grau de acoplamento gerando assim uma grande gama de redundância das funcionalidades, assim o desenvolvimento orientado a serviços foi ganhando espaço como uma solução de fácil implementação.
Com a utilização da tecnologia o pessoal de negócio passou a entender a mesma de forma mais simples, a sua estrutura foi consolidando da seguinte maneira, a reutilização do código foi possibilitando um rápido desenvolvimento agregando padrões e serviços de identificação, provendo uma interoperabilidade muita grande dos sistemas.
Os sistemas com a arquitetura voltada a serviços quebra o paradigma dos sistemas mais antigos, que tipicamente são grandes, muito complexos e de difícil manuseamento, com processos altamente acoplados e não coesos, esses sistemas podem ser vitais para o não funcionamento correto da empresa. O SOA visa quebrar isso com sua arquitetura baseada em soluções simples, tornando serviços Web como primordiais através dos seus protocolos de internet.
Conforme a evolução dos sistemas vai crescendo, os processos de negócio vão se tornando mais complexos, exigindo um entendimento maior dos usuários finais, fazendo com que a interação com a área de TI fique comprometida, mas como a arquitetura voltada a serviços prove uma forma de entendimento mais coerente para os usuários leigos, essa ligação se torna mais amigável.
Essa metodologia de trabalho abrange qualquer ramo de atividade, tendo como ponto forte, a indústria e o comércio. Pois nesse meio a automatização dos processos se faz necessária e é de fundamental importância para o bom funcionamento do negócio.
De uma forma geral, essa metodologia de trabalho se faz necessária para um melhor desenvolvimento dos sistemas, mas existem alguns pontos importantes para serem observados para que a mesma não seja trabalhada de uma forma errônea. A primeira coisa a ser feita é uma avaliação da empresa, fazendo com que a mesma reconheça ser útil trabalhar com SOA, é de suma importância fazer um planejamento detalhado a partir do momento de aceite da empresa, a partir daí realizar a implantação dessa metodologia e paralelamente a isso preparar a empresa para a mudança e por último trabalhar a capacitação das pessoas envolvidas no processo.
Projeto ou trabalhos anteriores que abordam o mesmo tema
[1] C-VeT, the UCLA Vehicular Testbed: An Open Platform for Vehicular Networking and Urban Sensing [Uma plataforma aberta para Rede Veicular e Sensoriamento Urbanos]
Paolo Lutterotti3, Giovanni Pau1, Daniel Jiang2, Mario Gerla2, Luca Delgrossi2 1 - Computer Science Department, UCLA, CA, USA 2 - Daimler Research Center, Palo Alto, CA, USA 3 - Istituto Superiore Mario Boella, Torino, Italy
[2]
C-VET THE UCLA CAMPUS VEHICULAR TESTBED: INTEGRATION OF VANET AND MESH NETWORKS
Matteo Cesana1, Luigi Fratta1, Mario Gerla2, Eugenio Giordano2 and Giovanni Pau2 1 - Dipartimento di Elettronica e Informazione, Politecnico di Milano, Italy email: fcesanajfrattag@elet.polimi.it 2 - Computer Science Department, University of California Los Angeles, USA email: fgerlajgiordanojgpaug@cs.ucla.edu
[3]
Redes Veiculares: Princípios, Aplicações e Desafios
Rafael dos S. Alves1, Igor do V. Campbell1, Rodrigo de S. Couto1,Miguel Elias M. Campista1, Igor M. Moraes1, Marcelo G. Rubinstein2,Luís Henrique M. K. Costa1, Otto Carlos M. B. Duarte1 e Michel Abdalla3 1 - GTA/PEE/COPPE - UFRJ - Rio de Janeiro, Brasil 2 - PEL/DETEL/FEN - UERJ - Rio de Janeiro, Brasil 3 - Crypto Team - École Normale Supérieure & CNRS - Paris, França
[4]
Redes Mesh: Mobilidade, Qualidade de Serviço e Comunicação em Grupo
Antônio Jorge Gomes Abelém1, Célio Vinicius Neves Albuquerque2, Débora Christina Muchaluat Saade3, Elisangela Santana Aguiar4, Jairo Lino Duarte2, José Eduardo Mendonça da Fonseca3 e Luiz Claudio Schara Magalhães3
1 - Departamento de Informática, Universidade Federal do Pará (DI/UFP)
2 - Instituto de Computação, Universidade Federal Fluminense (IC/UFF)
3 - Departamento de Engenharia de Telecomunicações, Universidade Federal Fluminense (TET/UFF)
4 - Programa de Pós-Graduação em Engenharia Elétrica, Universidade Federal do Pará (PPGEE/UFPA)
Referências
http://www.edilms.eti.br/uploads/file/infrasft/unid05-is-soa.pdf
http://www.codigolaranja.com.br/?p=829
http://www.knoow.net/cienceconempr/economia/servico.htm
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0101-31572006000100007
http://searchsoa.techtarget.com/tip/The-emergence-of-distributed-SOA-infrastructure
http://www.coolheads.com/egov/securebiz/topicmap/s573/img2.html
https://www.ibm.com/developerworks/mydeveloperworks/blogs/rationalbrasil/entry/hist_C3_B3ria_do_soa_service_oriented_architecture_por_assyr_de_carvalho_junior1?lang=en
http://www.oracle.com/webapps/dialogue/ns/dlgwelcome.jsp?p_ext=Y&p_dlg_id=11581998&src=7595201&Act=4&sckw=WWMK12037673MPP001.GCM.8335.100
http://www.paradigma.com.br/biblioteca/servicos-web/view
http://www.teclogica.com.br/consultoria/web/soa/metodologia