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Adição da parte de Programação de Games
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* Antes da criação das Game Engines (motores de jogos), os jogos virtuais eram feitos do zero e com códigos específicos para aquela plataforma (vídeo-game), e apenas para aquela, pois era necessário otimizar o uso do hardware daquele eletrônico específico, como display, memória e capacidade de armazenamento de dados. O termo “Game Engine” como conhecemos hoje surgiu na década de 1990 com o advento dos gráficos em três dimensões, o 3D. Essa nova ferramenta permitiu que fossem criados vários jogos diferentes utilizando o mesmo “motor”, o que barateou muito o desenvolvimento de jogos, e o tornou muito mais rápido e fácil.  Uma Game Engine é um framework de software feito para a criação e desenvolvimento de jogos virtuais, e geralmente possui um conjunto de ferramentas de desenvolvimento e uma série de componentes que podem ser reutilizados de diversas maneiras. Em geral, essa ferramenta possui uma IDE (integrated development environment – ambiente de desenvolvimento integrado) própria, permitindo um desenvolvimento simplificado e ágil de qualquer coisa relacionada ao jogo. Uma boa Game Engine deve ter tudo que um desenvolvedor de jogos precisa para publicar um jogo completo facilmente, como ferramentas de edição gráfica, sonora, física e de inteligência artificial. Essas ferramentas são conhecidas como “middleware”, e muitas vezes são o diferencial entre uma Engine e outra, porém existem middlewares agnósticas, que são compatíveis com várias Engines diferentes.
* Programação em renderização é o processo de geração de uma imagem a partir de um modelo por meio de um software. No contexto da renderização gráfica, a programação em renderização refere-se a um processo de renderização que não depende, por exemplo, de uma placa gráfica. A renderização ocorre inteiramente na CPU. Renderizar tudo com a CPU tem a principal vantagem de não se restringir às capacidades do hardware gráfico.
* Programação em renderização é o processo de geração de uma imagem a partir de um modelo por meio de um software. No contexto da renderização gráfica, a programação em renderização refere-se a um processo de renderização que não depende, por exemplo, de uma placa gráfica. A renderização ocorre inteiramente na CPU. Renderizar tudo com a CPU tem a principal vantagem de não se restringir às capacidades do hardware gráfico.

Edição das 22h29min de 30 de novembro de 2017

  • Antes da criação das Game Engines (motores de jogos), os jogos virtuais eram feitos do zero e com códigos específicos para aquela plataforma (vídeo-game), e apenas para aquela, pois era necessário otimizar o uso do hardware daquele eletrônico específico, como display, memória e capacidade de armazenamento de dados. O termo “Game Engine” como conhecemos hoje surgiu na década de 1990 com o advento dos gráficos em três dimensões, o 3D. Essa nova ferramenta permitiu que fossem criados vários jogos diferentes utilizando o mesmo “motor”, o que barateou muito o desenvolvimento de jogos, e o tornou muito mais rápido e fácil. Uma Game Engine é um framework de software feito para a criação e desenvolvimento de jogos virtuais, e geralmente possui um conjunto de ferramentas de desenvolvimento e uma série de componentes que podem ser reutilizados de diversas maneiras. Em geral, essa ferramenta possui uma IDE (integrated development environment – ambiente de desenvolvimento integrado) própria, permitindo um desenvolvimento simplificado e ágil de qualquer coisa relacionada ao jogo. Uma boa Game Engine deve ter tudo que um desenvolvedor de jogos precisa para publicar um jogo completo facilmente, como ferramentas de edição gráfica, sonora, física e de inteligência artificial. Essas ferramentas são conhecidas como “middleware”, e muitas vezes são o diferencial entre uma Engine e outra, porém existem middlewares agnósticas, que são compatíveis com várias Engines diferentes.
  • Programação em renderização é o processo de geração de uma imagem a partir de um modelo por meio de um software. No contexto da renderização gráfica, a programação em renderização refere-se a um processo de renderização que não depende, por exemplo, de uma placa gráfica. A renderização ocorre inteiramente na CPU. Renderizar tudo com a CPU tem a principal vantagem de não se restringir às capacidades do hardware gráfico.