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==1. Visão Geral==
==1. Visão Geral==


A área de Implementação (Software Construction) é o motor da Fábrica de Software. É responsável por materializar as definições abstratas (requisitos e arquitetura) em um produto funcional, tangível e executável.
A área de Integração de Software desempenha um papel estratégico dentro de uma Fábrica de Software, sendo responsável por conectar sistemas, aplicações e serviços de forma coesa, segura e eficiente. Em um cenário caracterizado por múltiplas aplicações, sistemas legados, soluções em nuvem e microsserviços, a integração garante que todos esses componentes atuem como um ecossistema unificado, permitindo a troca consistente de dados e a automação de processos de negócio.


Diferente de uma abordagem artesanal, na nossa Fábrica o foco não é apenas "escrever código", mas sim estabelecer uma Engenharia de Construção. O objetivo é garantir que o software seja construído sobre alicerces sólidos de padronização, permitindo que qualquer desenvolvedor da equipe possa atuar em qualquer módulo com a mesma eficiência e qualidade (intercambiabilidade). O responsável atua como um Líder Técnico (Tech Lead), provendo ferramentas, roteiros e orientação para o time.
Na prática, a integração viabiliza a reutilização de serviços existentes, reduz redundâncias, melhora a consistência das informações e acelera a entrega de soluções. Além disso, contribui diretamente para a escalabilidade, manutenibilidade e evolução da arquitetura de software, sendo um elemento essencial para sustentar o crescimento tecnológico e as demandas do negócio.
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==2. Fundamentos Teóricos==
==2. Fundamentos Teóricos==


A prática de implementação nesta organização é fundamentada nas seguintes Áreas de Conhecimento (KAs) do SWEBOK v4 e práticas de indústria:
Os fundamentos da Integração de Software estão ancorados em conceitos de sistemas distribuídos, arquitetura de software e padrões de integração. A integração de sistemas (System Integration) busca conectar subsistemas distintos, permitindo comunicação e coordenação de funcionalidades sem a necessidade de conhecimento profundo sobre a implementação interna de cada sistema.


*'''Software Construction (Cap. 3):''' Foco na codificação, verificação unitária, integração e depuração.
Do ponto de vista teórico, destacam-se:


*'''Tipos de Integração:''' integração de dados, de aplicações (A2A) e de processos, cada uma atendendo a diferentes necessidades de sincronização, comunicação e orquestração entre sistemas.
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*'''Engenharia de Qualidade (Clean Code):''' Aplicação rigorosa de princípios como SOLID, DRY (Don't Repeat Yourself) e KISS (Keep It Simple, Stupid) para garantir manutenibilidade.  
*'''Padrões de Integração Empresarial (Enterprise Integration Patterns – EIP):''' conjunto de soluções consolidadas para problemas recorrentes de integração, com forte ênfase em mensageria, desacoplamento, escalabilidade e resiliência.
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*'''Modelos de Comunicação:''' comunicação síncrona (ex.: APIs REST, RPC) e assíncrona (ex.: mensageria com brokers), escolhidas conforme requisitos de desempenho, confiabilidade e acoplamento.
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*'''Automação de Processos:''' Uso de Ferramentas de Análise Estática (Linters, Formatters, Type Checkers) para garantir a consistência do código independentemente da linguagem (Python, C#, Java).
*'''Integração por APIs:''' abordagem predominante em arquiteturas modernas, baseada em contratos bem definidos, versionamento, uso de padrões HTTP e foco na experiência do desenvolvedor.
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Esses fundamentos orientam decisões arquiteturais e garantem que as integrações sejam robustas, evolutivas e alinhadas às boas práticas do mercado.
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==3. Principais Responsabilidades==
==3. Principais Responsabilidades==


A atuação vai além da digitação do código, focando na governança técnica da construção:
A área de Integração de Software é responsável por planejar, projetar, implementar, testar e manter as integrações entre sistemas. Entre suas principais responsabilidades, destacam-se:


*'''3.1. Governança e Padronização'''
*'''Análise e Planejamento de Integrações:''' entendimento dos requisitos de negócio, mapeamento de sistemas de origem e destino, análise de dados e definição da melhor abordagem de integração.
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Definir e aplicar as "Regras da Casa". Isso inclui a imposição do idioma Inglês para o código, a definição de convenções de nomenclatura (Snake case vs Camel case) e a configuração do ambiente de desenvolvimento (hooks de pre-commit).
*'''Definição de Arquitetura e Contratos:''' desenho dos fluxos de integração, definição de padrões de comunicação, criação de contratos de APIs (ex.: OpenAPI/Swagger) e especificação de schemas de mensagens.
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Ação: Manutenção do [[Media:Roteiro_Melhores_Praticas_Implementacao.pdf|Guia para Implementação - BIRD]] e configuração dos pipelines de validação automática.
*'''Implementação Técnica:''' desenvolvimento de APIs, adaptadores, fluxos de mensageria e lógicas de transformação e orquestração.
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*'''3.2. Construção e Orientação (Tech Lead)'''
*'''Garantia de Qualidade:''' execução de testes unitários, de integração, de contrato e de performance, assegurando confiabilidade e conformidade com os requisitos definidos.
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Atuar como facilitador técnico. O responsável pela implementação cria os esqueletos (scaffolding) das aplicações e resolve os problemas técnicos mais complexos, pavimentando o caminho para que os demais membros codifiquem as regras de negócio.
*'''Segurança e Governança:''' aplicação de mecanismos de autenticação, autorização, criptografia, versionamento e controle do ciclo de vida das integrações e APIs.
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Ação: Codificação do core do sistema, Code Reviews (revisão de pares) e mentoria técnica para o time.
*'''Monitoramento e Evolução:''' acompanhamento do desempenho, tratamento de falhas, manutenção contínua e evolução das integrações conforme mudanças nos sistemas ou no negócio.
 
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*'''3.3. Preparação para Operação'''
 
Garantir que o código não apenas funcione na máquina do desenvolvedor, mas seja operável em produção.
 
Ação: Implementação de logs estruturados, tratamento adequado de exceções e não-exposição de credenciais (Segurança/Environment Variables).


==4. Integração com o Time==
==4. Integração com o Time==


Abaixo detalha-se como a área de Implementação interage com as outras áreas da Software House:
A área de Integração atua de forma transversal dentro da Software House, colaborando diretamente com diferentes times para garantir que as soluções sejam entregues de forma integrada e sustentável.


'''4.1. Com Projeto e Modelagem (Luis Henrique e Davi)'''
*'''Time de Negócio / Produto:''' trabalha em conjunto para compreender processos, objetivos e regras de negócio, traduzindo essas necessidades em soluções de integração que agreguem valor real.
 
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*Entrada: Diagramas UML e Definição Arquitetural.  


*'''Arquitetura de Software:''' colabora na definição de padrões arquiteturais, escolha de tecnologias (ESB, iPaaS, APIs, mensageria) e alinhamento com a visão de longo prazo da plataforma.
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*Ação: A implementação deve ser o espelho fiel da modelagem. Responsável pela implementação valida se a arquitetura proposta pelos responsáveis do Projeto e Modelagem de Software é viável tecnicamente dentro do prazo. Se o diagrama é a planta, a implementação é a construção do prédio.
*'''Times de Desenvolvimento:''' fornece contratos de APIs, orientações de integração e suporte técnico, garantindo que os sistemas desenvolvidos se comuniquem de forma padronizada e desacoplada.
 
'''4.2. Com Q&A e Garantia de Entrega (Giovana e João Gabriel)'''
 
*Saída: Código "buildável" e testável.  
 
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*Ação: A Implementação entrega para o Q&A um código que já passou por testes unitários básicos e análise estática. O código deve ser limpo o suficiente para que o Q&A foque em bugs de negócio, não em erros de sintaxe.
*'''Qualidade (QA):'''' atua em conjunto na definição de estratégias de testes de integração, validação de fluxos ponta a ponta e garantia da confiabilidade das soluções.
 
'''4.3. Com Segurança (Lucas)'''
 
*Parceria Contínua: Security by Design.
 
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*Ação: Implementar as blindagens solicitadas pelo responsável pela Segurança do Software durante a escrita do código (ex: sanitização de inputs), em vez de deixar para corrigir vulnerabilidades apenas no final.
*'''DevOps / Infraestrutura:''' integra-se para viabilizar pipelines de CI/CD, automação de deploy, monitoramento, observabilidade e operação estável das integrações em produção.
 
==Referências e Leitura Recomendada==
 
*'''SWEBOK v4:''' Capítulo 3 (Software Construction).  
 
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*'''Clean Code:''' A Handbook of Agile Software Craftsmanship - Robert C. Martin. Base para os princípios SOLID e Nomenclatura)
Dessa forma, a área de Integração funciona como um elo entre tecnologia e negócio, promovendo colaboração entre os times e assegurando que o ecossistema de software opere de maneira integrada, escalável e alinhada às melhores práticas de engenharia de software.
 
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*'''The Pragmatic Programmer''' – Andrew Hunt & David Thomas. (Base para os princípios DRY e ETC)
==Referências e Leitura Recomendada==


A área de Integração de Software se apoia em um conjunto consolidado de referências técnicas e acadêmicas que fundamentam boas práticas, padrões arquiteturais e decisões de projeto. As obras e materiais a seguir são recomendados para aprofundamento conceitual e prático:
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*'''Refactoring''' – Martin Fowler. (Técnicas para melhorar código legado sem alterar comportamento)
*'''Hohpe, G.; Woolf, B. – Enterprise Integration Patterns:''' Designing, Building, and Deploying Messaging Solutions: obra clássica e referência central sobre padrões de integração empresarial, apresentando soluções consagradas para comunicação assíncrona, mensageria, desacoplamento e escalabilidade.
 
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*'''PEP 8 Style Guide for Python Code.''' Disponível em: https://peps.python.org/pep-0008/
*'''Newman, S. Building Microservices: Designing Fine-Grained Systems:''' aborda arquiteturas baseadas em microsserviços, com forte ênfase nos desafios e estratégias de integração entre serviços, incluindo comunicação síncrona e assíncrona.
 
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*'''Google Java Style Guide.''' Disponível em: https://google.github.io/styleguide/javaguide.html


*'''Fowler, M. – Patterns of Enterprise Application Architecture:''' apresenta padrões arquiteturais amplamente utilizados em sistemas corporativos, fundamentais para a construção de aplicações que se integram de forma limpa e sustentável.
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*'''C# Coding Conventions (Microsoft).''' Disponível em: https://learn.microsoft.com/en-us/dotnet/csharp/fundamentals/coding-style/coding-conventions


*'''Bass, L.; Clements, P.; Kazman, R. – Software Architecture in Practice:''' discute a importância das decisões arquiteturais e seus impactos em atributos de qualidade como desempenho, segurança e manutenibilidade, diretamente relacionados às estratégias de integração.
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*'''OWASP Top 10''' – Padrão global de conscientização sobre segurança de aplicações web.


*'''Sommerville, I. – Engenharia de Software:''' livro-texto clássico que cobre todo o ciclo de vida do software, incluindo integração e teste de sistemas.
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*'''Documentação Interna:'''
*'''Coulouris, G. et al. – Distributed Systems: Concepts and Design:''' fornece a base teórica para compreender sistemas distribuídos, contexto no qual a maioria das integrações modernas está inserida.
 
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#[[Engenharia de Requisitos]] - Leonardo
Além das referências bibliográficas, recomenda-se a consulta a materiais online especializados sobre integração de software, padrões de integração empresarial, APIs e plataformas de integração, que complementam a formação teórica com exemplos práticos e atualizados.
#[[Projeto de Software]] - Luis Henrique
#[[Modelagem de Software]] - Davi
#[[Padrões de Trabalho]] - Carlos Ernani (Junin)

Edição atual tal como às 12h58min de 21 de janeiro de 2026

Responsável: Paula Nunes Santos

Última Atualização: 20/01/2026

Status: Em progresso

1. Visão Geral

A área de Integração de Software desempenha um papel estratégico dentro de uma Fábrica de Software, sendo responsável por conectar sistemas, aplicações e serviços de forma coesa, segura e eficiente. Em um cenário caracterizado por múltiplas aplicações, sistemas legados, soluções em nuvem e microsserviços, a integração garante que todos esses componentes atuem como um ecossistema unificado, permitindo a troca consistente de dados e a automação de processos de negócio.

Na prática, a integração viabiliza a reutilização de serviços existentes, reduz redundâncias, melhora a consistência das informações e acelera a entrega de soluções. Além disso, contribui diretamente para a escalabilidade, manutenibilidade e evolução da arquitetura de software, sendo um elemento essencial para sustentar o crescimento tecnológico e as demandas do negócio.

2. Fundamentos Teóricos

Os fundamentos da Integração de Software estão ancorados em conceitos de sistemas distribuídos, arquitetura de software e padrões de integração. A integração de sistemas (System Integration) busca conectar subsistemas distintos, permitindo comunicação e coordenação de funcionalidades sem a necessidade de conhecimento profundo sobre a implementação interna de cada sistema.

Do ponto de vista teórico, destacam-se:

  • Tipos de Integração: integração de dados, de aplicações (A2A) e de processos, cada uma atendendo a diferentes necessidades de sincronização, comunicação e orquestração entre sistemas.


  • Padrões de Integração Empresarial (Enterprise Integration Patterns – EIP): conjunto de soluções consolidadas para problemas recorrentes de integração, com forte ênfase em mensageria, desacoplamento, escalabilidade e resiliência.


  • Modelos de Comunicação: comunicação síncrona (ex.: APIs REST, RPC) e assíncrona (ex.: mensageria com brokers), escolhidas conforme requisitos de desempenho, confiabilidade e acoplamento.


  • Integração por APIs: abordagem predominante em arquiteturas modernas, baseada em contratos bem definidos, versionamento, uso de padrões HTTP e foco na experiência do desenvolvedor.


Esses fundamentos orientam decisões arquiteturais e garantem que as integrações sejam robustas, evolutivas e alinhadas às boas práticas do mercado.

3. Principais Responsabilidades

A área de Integração de Software é responsável por planejar, projetar, implementar, testar e manter as integrações entre sistemas. Entre suas principais responsabilidades, destacam-se:

  • Análise e Planejamento de Integrações: entendimento dos requisitos de negócio, mapeamento de sistemas de origem e destino, análise de dados e definição da melhor abordagem de integração.


  • Definição de Arquitetura e Contratos: desenho dos fluxos de integração, definição de padrões de comunicação, criação de contratos de APIs (ex.: OpenAPI/Swagger) e especificação de schemas de mensagens.


  • Implementação Técnica: desenvolvimento de APIs, adaptadores, fluxos de mensageria e lógicas de transformação e orquestração.


  • Garantia de Qualidade: execução de testes unitários, de integração, de contrato e de performance, assegurando confiabilidade e conformidade com os requisitos definidos.


  • Segurança e Governança: aplicação de mecanismos de autenticação, autorização, criptografia, versionamento e controle do ciclo de vida das integrações e APIs.


  • Monitoramento e Evolução: acompanhamento do desempenho, tratamento de falhas, manutenção contínua e evolução das integrações conforme mudanças nos sistemas ou no negócio.


4. Integração com o Time

A área de Integração atua de forma transversal dentro da Software House, colaborando diretamente com diferentes times para garantir que as soluções sejam entregues de forma integrada e sustentável.

  • Time de Negócio / Produto: trabalha em conjunto para compreender processos, objetivos e regras de negócio, traduzindo essas necessidades em soluções de integração que agreguem valor real.


  • Arquitetura de Software: colabora na definição de padrões arquiteturais, escolha de tecnologias (ESB, iPaaS, APIs, mensageria) e alinhamento com a visão de longo prazo da plataforma.


  • Times de Desenvolvimento: fornece contratos de APIs, orientações de integração e suporte técnico, garantindo que os sistemas desenvolvidos se comuniquem de forma padronizada e desacoplada.


  • Qualidade (QA):' atua em conjunto na definição de estratégias de testes de integração, validação de fluxos ponta a ponta e garantia da confiabilidade das soluções.


  • DevOps / Infraestrutura: integra-se para viabilizar pipelines de CI/CD, automação de deploy, monitoramento, observabilidade e operação estável das integrações em produção.


Dessa forma, a área de Integração funciona como um elo entre tecnologia e negócio, promovendo colaboração entre os times e assegurando que o ecossistema de software opere de maneira integrada, escalável e alinhada às melhores práticas de engenharia de software.

Referências e Leitura Recomendada

A área de Integração de Software se apoia em um conjunto consolidado de referências técnicas e acadêmicas que fundamentam boas práticas, padrões arquiteturais e decisões de projeto. As obras e materiais a seguir são recomendados para aprofundamento conceitual e prático:

  • Hohpe, G.; Woolf, B. – Enterprise Integration Patterns: Designing, Building, and Deploying Messaging Solutions: obra clássica e referência central sobre padrões de integração empresarial, apresentando soluções consagradas para comunicação assíncrona, mensageria, desacoplamento e escalabilidade.


  • Newman, S. – Building Microservices: Designing Fine-Grained Systems: aborda arquiteturas baseadas em microsserviços, com forte ênfase nos desafios e estratégias de integração entre serviços, incluindo comunicação síncrona e assíncrona.


  • Fowler, M. – Patterns of Enterprise Application Architecture: apresenta padrões arquiteturais amplamente utilizados em sistemas corporativos, fundamentais para a construção de aplicações que se integram de forma limpa e sustentável.


  • Bass, L.; Clements, P.; Kazman, R. – Software Architecture in Practice: discute a importância das decisões arquiteturais e seus impactos em atributos de qualidade como desempenho, segurança e manutenibilidade, diretamente relacionados às estratégias de integração.


  • Sommerville, I. – Engenharia de Software: livro-texto clássico que cobre todo o ciclo de vida do software, incluindo integração e teste de sistemas.


  • Coulouris, G. et al. – Distributed Systems: Concepts and Design: fornece a base teórica para compreender sistemas distribuídos, contexto no qual a maioria das integrações modernas está inserida.


Além das referências bibliográficas, recomenda-se a consulta a materiais online especializados sobre integração de software, padrões de integração empresarial, APIs e plataformas de integração, que complementam a formação teórica com exemplos práticos e atualizados.