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* A VNF e VNF manager deverá seguir o padrão descrito no ETSI | * A VNF e VNF manager deverá seguir o padrão descrito no ETSI; | ||
* O VNF Manager deverá utilizar as ferramentas do Openstack para gestionar as VNFs | * O VNF Manager deverá utilizar as ferramentas do Openstack para gestionar as VNFs; | ||
* O VNF Manager deverá ser capaz de gestionar multiplas VNFs desde que sigam o modelo escrito no ETSI | * O VNF Manager deverá ser capaz de gestionar multiplas VNFs desde que sigam o modelo escrito no ETSI; | ||
* Toda o comissionamento e configuração do ambiente deve-se usar Docker e o Ansible | * Toda o comissionamento e configuração do ambiente deve-se usar Docker e o Ansible; | ||
* Primeira VNF será um session router (protocolos SIP, SIP-T e SIP-I) | * Primeira VNF será um session router (protocolos SIP, SIP-T e SIP-I). | ||
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# Estudo do SIP | # Estudo do SIP; | ||
# Pesquisar metodologias de projeto - Scrum | # Pesquisar metodologias de projeto - Scrum; | ||
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== Benefícios para quem for oferecer esta solução == | == Benefícios para quem for oferecer esta solução == | ||
* Conhecimento e domínio da tecnologia; | |||
* Poder de concorrência com o mercado; | |||
* Não dependência de fornecedores. | |||
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== Benefícios para o usuário == | == Benefícios para o usuário == | ||
* Capacidade de roteamento e monitoramento das rotas em torno dos SBCs. | |||
* Menor custo para implantação, uma vez que a solução foi desenvolvida internamente. | |||
* Aumento na capacidade de tráfego, uma vez que estarão disponíveis várias rotas. | |||
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== Direcionadores chave para esta iniciativa == | == Direcionadores chave para esta iniciativa == | ||
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== Business Case == | == Business Case == | ||
* Empresas de telecomunicações. | |||
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== Barreiras encontradas == | == Barreiras encontradas == | ||
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Um dos problemas enfrentados pelo squad responsável pelo Session Router é a comunicação entre a VM e o Softphone. Quando o Softphone (simulado em um notebook) tenta fazer um registro ou até mesmo uma ligação para o OpenSIPS há um problema: o servidor do OpenSIPS recebe a requisição, contudo, quando o OpenSIPS tenta enviar a resposta para o Softphone ocorre um erro indicando "Destionation Unreacheable (Port Unreacheable)". | |||
*Detalhamento da barreira enfrentada: | |||
Nosso cenário pode ser representado pela imagem abaixo: | |||
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Temos que a VM host do Open SIPS tem o IP externo (10.53.131.203) e é onde nosso Softphone (Local Host) tenta se conectar. Utilizando o comando 'traceroute' podemos identificar toda a rota da nossa conexão até a VM desejada, como pode ser observado na imagem abaixo: | |||
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Em minha concepção para resolvermos esse problema teríamos que identificar se algum desses IPs corresponde a um firewall da Algar, caso a resposta seja negativa e essa rota esteja livre de Firewalls iremos saber que o problema é na configuração do OpenSIPs. | |||
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Como limitação técnica estamos enfrentando um grande desafio relacionado a barreiras de Firewall dentro de uma rede corporativa. | |||
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== Detalhamento Técnico == | == Detalhamento Técnico == | ||
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* Kanban | |||
** https://trello.com/b/kfKbgX4h/squad-session-router | |||
** https://trello.com/invite/b/dCFIDm5Z/9588edbfe8f43b34dcedb17a4444f190/atividades-core | |||
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Entregas dos Sprints | Entregas dos Sprints | ||
* Sprint 1 (23/11/2018): | * Sprint 1 (23/11/2018): decisão de qual tecnologia e padrão de desenvolvimento utilizar. | ||
** Estudo do Openstack | ** Estudo do Openstack; | ||
** Estudo dos parões ETSI | ** Estudo dos parões ETSI; | ||
** Estudo do OpenSIPs | ** Estudo do OpenSIPs; | ||
** Estudo do OSMano | ** Estudo do OSMano. | ||
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* Sprint 2 ( | * Sprint 2 (11/12/2018): OSMano, OpenSIPs e OpenStack operando com as VNFs e gerenciamento de armazenamento em nuvem funcionando perfeitamente. | ||
** Estudo dos padões ETSI | ** Estudo dos padões ETSI; | ||
** Instalação e configuração do OSMano | ** Instalação e configuração do OSMano; | ||
** Adicionar as VIMs através da GUI | ** Adicionar as VIMs através da GUI; | ||
** Implantar o primeiro Network Service | ** Implantar o primeiro Network Service; | ||
** Upload das imagens da VM para as VIMs | ** Upload das imagens da VM para as VIMs; | ||
** Integrar o pacote VNF | ** Integrar o pacote VNF; | ||
** Integrar o Network Service | ** Integrar o Network Service; | ||
** Instanciar o Network Service | ** Instanciar o Network Service; | ||
** | ** Implantar OpenSIPs; | ||
** Implantar OpenSIPs | ** Implantar OpenStack. | ||
** | * Sprint 3 (28/12/2018): fornecer uma conexão entre um Softphone e uma interface de telefone Asterisk. | ||
** Implantar o sistema operacional no VNF; | |||
** Conectar às VNFs via comando SSH. | |||
* Sprint 4: apresentar uma interface composta por: duas VMS operando com o Asterisk e uma com OpenSIPs realizando o papel de redirecionar a chamada para as VM's com Asterisk. | |||
** Incorporar os softwares às VM's. | |||
** Configurar um redirect no OpenSIPs. | |||
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Nota: Nesse Sprint estamos enfrentando um grande desafio que consiste em conseguir identificar a solução de um problema: nossa VM com o OpenSIPs não consegue se autenticar no nosso Softphone, estamos trabalhando com duas possibilidades: | |||
*O firewall da rede corporativa está impedindo essa conectividade. | |||
*Algum erro na configuração do OpenSIPs. | |||
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* Muller Fernandes da Silva | * Muller Fernandes da Silva | ||
* Luiz Cláudio Theodoro | * Luiz Cláudio Theodoro | ||
* Reginaldo Rosa de Carvalho | |||
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Edição atual tal como às 17h30min de 12 de maio de 2020
Fase I - Estudo
Título da Idéia
- SR - Session Router
Objetivos
- Desenvolver uma solução de Session Router que tenha features de roteamento por análise de saúde e capacidade e também a implementação de uma camada de segurança.
Entrega
- VNF de Session Router
- VNF Manager
Conceito
- Com o maior número de usuários na rede em geral, consequentemente, tem-se um aumento gradativo no que se diz respeito a demanda total por recursos ao longo da mesma. Como a qualidade e os recursos oferecidos pelos canais de comunicação são variáveis é necessário um controle que é responsável por direcionar diferentes caminhos ao longo da rede visando um melhor desempenho.
- O SR é uma ferramenta responsável por essa função, sendo que, pode ou não ter essa inteligência com relação a qualidade das rotas a serem encaminhadas. O projeto em questão visa a implementação de um algoritmo que seja capaz de estabelecer da melhor maneira possível essa comunicação entre os SRs e os SBC - Session Border Controller.
- O estudo e a busca pela implementação do projeto se faz necessário principalmente com a evolução cada vez maior da multiplicidade das redes, incentivando a inovação no que se diz respeito ao roteamento adequado e a busca pela otimização e melhor aproveitamento dos recursos da rede, trata-se basicamente de um "roteamento inteligente", que leva em conta vários aspectos como congestionamento, atraso, qualidade do canal, dentre outros.
- A área em questão é bastante ampla e está aberta a inúmeras inovações e possibilidades de pesquisas ao longo do tempo, buscando assim a possível implementação de uma tecnologia própria capaz de suprir as demandas no âmbito dos processos de roteamento.
Topologia
Características
- A VNF e VNF manager deverá seguir o padrão descrito no ETSI;
- O VNF Manager deverá utilizar as ferramentas do Openstack para gestionar as VNFs;
- O VNF Manager deverá ser capaz de gestionar multiplas VNFs desde que sigam o modelo escrito no ETSI;
- Toda o comissionamento e configuração do ambiente deve-se usar Docker e o Ansible;
- Primeira VNF será um session router (protocolos SIP, SIP-T e SIP-I).
Estudo Dirigido
- Estudo do SIP;
- Pesquisar metodologias de projeto - Scrum;
- OpenSIPs;
- Openstack;
- OSMano;
- ETSI.
Fase II - Ensino
Conteúdo
Apresentação
- https://docs.google.com/presentation/d/1DdM5NrLrH7juHlvTWnFnUVcmIY4GGYMGJYggaBeYTgI/edit?usp=sharing
Metodologia
Metodologia Ágil (Scrum):
- Sprint Planning;
- Daily Meeting;
- Sprint Review;
- Sprint Retrospective.
Fase III - Exemplo de Caso de Negócio
Benefícios para quem for oferecer esta solução
- Conhecimento e domínio da tecnologia;
- Poder de concorrência com o mercado;
- Não dependência de fornecedores.
Benefícios para o usuário
- Capacidade de roteamento e monitoramento das rotas em torno dos SBCs.
- Menor custo para implantação, uma vez que a solução foi desenvolvida internamente.
- Aumento na capacidade de tráfego, uma vez que estarão disponíveis várias rotas.
Direcionadores chave para esta iniciativa
Descrever em tópicos o que esta iniciativa pode proporcionar
Possíveis modelos de negócios
- B2B (business to business);
- PSS (product-service-system);
- Crowd-innovation (modelo de inovação aberta);
- SaaS (software as a service).
Business Case
- Empresas de telecomunicações.
Barreiras encontradas
- Comunicação entre a VM e o Softphone:
Um dos problemas enfrentados pelo squad responsável pelo Session Router é a comunicação entre a VM e o Softphone. Quando o Softphone (simulado em um notebook) tenta fazer um registro ou até mesmo uma ligação para o OpenSIPS há um problema: o servidor do OpenSIPS recebe a requisição, contudo, quando o OpenSIPS tenta enviar a resposta para o Softphone ocorre um erro indicando "Destionation Unreacheable (Port Unreacheable)".
- Detalhamento da barreira enfrentada:
Nosso cenário pode ser representado pela imagem abaixo:
Temos que a VM host do Open SIPS tem o IP externo (10.53.131.203) e é onde nosso Softphone (Local Host) tenta se conectar. Utilizando o comando 'traceroute' podemos identificar toda a rota da nossa conexão até a VM desejada, como pode ser observado na imagem abaixo:
Em minha concepção para resolvermos esse problema teríamos que identificar se algum desses IPs corresponde a um firewall da Algar, caso a resposta seja negativa e essa rota esteja livre de Firewalls iremos saber que o problema é na configuração do OpenSIPs.
Fase IV - Protótipo orientado ao Negócio
Escopo
Explique o escopo deste protótipo
Product Backlog
- https://docs.google.com/spreadsheets/d/12iRfUXZvWUqgka4rCCpzM_eu48r-QIEkcKQ4AE7hdh8/edit?ts=5bd99705
Limitações
Como limitação técnica estamos enfrentando um grande desafio relacionado a barreiras de Firewall dentro de uma rede corporativa.
PoC
Desenvolva um PoC (Proof of Concept)
Detalhamento Técnico
- Kanban
Cronograma Macro
Histórico
Entregas dos Sprints
- Sprint 1 (23/11/2018): decisão de qual tecnologia e padrão de desenvolvimento utilizar.
- Estudo do Openstack;
- Estudo dos parões ETSI;
- Estudo do OpenSIPs;
- Estudo do OSMano.
- Sprint 2 (11/12/2018): OSMano, OpenSIPs e OpenStack operando com as VNFs e gerenciamento de armazenamento em nuvem funcionando perfeitamente.
- Estudo dos padões ETSI;
- Instalação e configuração do OSMano;
- Adicionar as VIMs através da GUI;
- Implantar o primeiro Network Service;
- Upload das imagens da VM para as VIMs;
- Integrar o pacote VNF;
- Integrar o Network Service;
- Instanciar o Network Service;
- Implantar OpenSIPs;
- Implantar OpenStack.
- Sprint 3 (28/12/2018): fornecer uma conexão entre um Softphone e uma interface de telefone Asterisk.
- Implantar o sistema operacional no VNF;
- Conectar às VNFs via comando SSH.
- Sprint 4: apresentar uma interface composta por: duas VMS operando com o Asterisk e uma com OpenSIPs realizando o papel de redirecionar a chamada para as VM's com Asterisk.
- Incorporar os softwares às VM's.
- Configurar um redirect no OpenSIPs.
Nota: Nesse Sprint estamos enfrentando um grande desafio que consiste em conseguir identificar a solução de um problema: nossa VM com o OpenSIPs não consegue se autenticar no nosso Softphone, estamos trabalhando com duas possibilidades:
- O firewall da rede corporativa está impedindo essa conectividade.
- Algum erro na configuração do OpenSIPs.
Pesquisadores
- Luiz Henrique de Oliveira
- Igor Henrique Leite
- Aymen Ghannouchi
- Bianca Cristina da Silva
- Rafael Leonardo Aquino
- Muller Fernandes da Silva
- Luiz Cláudio Theodoro
- Reginaldo Rosa de Carvalho



